Tecnologias cada vez mais avançadas ajudam o Brasil a ficar entre os maiores produtores agrícolas do mundo

Tecnologias cada vez mais avançadas ajudam o Brasil a ficar entre os maiores produtores agrícolas do mundo

O Brasil deve ultrapassar a marca de produção dos Estados Unidos, segundo o relatório Perspectivas Agrícolas 2017-2026, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na safra 2007/2008 o Brasil produziu 144 milhões de toneladas; na safra 2015/2016,  a produção total aumentou mais de 60% e chegou a 213 milhões de toneladas, e até o final de 2017 o número deve subir ainda mais.

Essa alta demanda de produtos produzidos no campo fez com que a tecnologia chegasse no trabalho agrícola, trazendo inúmeras melhorias para o setor da agronomia e, consequentemente, na agricultura, incluindo o aumento a produtividade. Tudo teve início com a Revolução Industrial, que deu origem a esse processo de mecanização e que assim chegou nos campos do mundo todo.

Imagem: Reprodução –  dinheirorural.com.br

Toda essa tecnologia permitiu avanços nos métodos de plantio, com técnicas que auxiliam o agricultor a produzir em grande escala, seja em qualquer região do Brasil, mesmo aquelas com dificuldades de produção. Com o uso da tecnologia é possível chegar a agricultura de precisão, que permite um uso melhor da terra e de recursos naturais, menos uso de pesticidas, menos intervenções, menor mão de obra e menores custos.

Evoluções nos campos brasileiros

As alterações são normalmente associadas ao processo de automação e mecanização nos campos, que transformam radicalmente a produção de alimentos e a utilização das matérias-primas. Com o uso de drones e UAVs, que são uma espécie de aviões controlados à distância por computadores, e que fazem uma inspeção nas propriedades e fornece informações sobre as plantas e a terra.

Por meio desse processo, por exemplo, é possível identificar algumas pragas na plantação e com isso o agricultor pode antecipar suas ações e definir o que deve ser feito sem grandes danos, assim evitando a perda de investimentos ou uma falha na colheita.

Outro exemplo de evolução é o uso da IoT (internet das Coisas), onde o campo consegue se auto gerenciar, com o uso de colheitadeiras inteligentes que se ajustam de acordo com o tipo de plantação, oferecendo qualidade no processo do plantio à colheita.

Por Jacqueline Gonçalo

Jornalista pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

Press Office

Tomé Ferreira

Graduando em TECNOLOGIA EM MULTIMÍDIA DIGITAL pela UNISUL Iniciei minha carreira como “Desenhista” de prancheta. Arte-finalizava tudo manualmente também fazendo trabalhos esporádicos de Jornalismo Social. Fundei o Portal Duniverso em 2009 iniciando de vez minha saga pelo jornalismo o qual me apaixonei. Vida inteligente na WEB.

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