Psicologia no esporte faz diferença no desenvolvimento de atletas

Psicologia no esporte faz diferença no desenvolvimento de atletas

Cuidar da saúde mental do competidor é tão importante quanto a saúde física

 A área do esporte é um ambiente de grande cobrança e competitividade, exigindo um alto nível de rendimento e bons resultados dos atletas. Viver sob tamanha pressão pode se tornar estressante, prejudicando a saúde mental e física do competidor a longo prazo.

E é nesse ponto que a psicologia do esporte pode atuar, permitindo que os atletas tenham momentos de escape e reflexão, além de trabalhar o rendimento durante a competição sob um aspecto diferente dos treinos físicos. Sem o devido cuidado, a rotina apertada pode ser um fator para o surgimento de doenças mais graves, que afetam tanto o físico, quanto o mental, como a pressão alta ou a depressão.

De acordo com o jornal “O Globo”, até 2018, menos de 30% dos times da Série A brasileira de futebol masculino contam com psicólogos, o que, na prática, não passa de cinco clubes. O baixo número mostra uma falha na importância dada para a saúde mental, que, de maneira mais prática, tem muita relação com o rendimento durante a competição.

Crédito: divulgação

Apesar da psicologia do esporte estar presente em aulas de faculdades de educação física, são poucas as faculdades de psicologia que incluem aulas sobre o tema em suas grades. Em todo o caso, para que o profissional seja considerado um psicólogo do esporte, é necessário ser formado em psicologia e fazer uma especialização envolvendo esporte, que pode durar de um a dois anos, para poder atuar na área. Uma maior divulgação sobre a existência dessa área pode ajudar no crescimento do número de profissionais.

Cuidar da saúde mental dos atletas, independentemente do esporte praticado, disponibiliza as ferramentas para um bom controle psicológico. Diferentemente da terapia convencional, essa área foca nas consequências do desempenho do atleta, começando pelo planejamento, quando atleta e psicólogo definem juntos os objetivos; depois, a cinestesia, aprimorando a sensação de movimento do atleta; concentração, para que ele tenha um maior controle de sua ansiedade e nervosismo, gerando uma melhora no foco; e, por último, dando suporte emocional, criando um espaço seguro para que o competidor possa expor suas frustrações e trabalhar questões como falhas e ego.

Com o controle da ansiedade e a resolução de questões emocionais, o atleta tem espaço para focar sua concentração no esporte, sem deixar que outras questões atrapalhem a sua performance. E os benefícios vão além disso, preparando o atleta para questões a longo prazo, como envelhecimento e aposentadoria, que também podem ser motivos de ansiedade.

Grande abraço!

Press Office

Tomé Ferreira

Graduando em TECNOLOGIA EM MULTIMÍDIA DIGITAL pela UNISUL Iniciei minha carreira como “Desenhista” de prancheta. Arte-finalizava tudo manualmente também fazendo trabalhos esporádicos de Jornalismo Social. Fundei o Portal Duniverso em 2009 iniciando de vez minha saga pelo jornalismo o qual me apaixonei. Vida inteligente na WEB.

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