Polysom volta com o bolachão disco de vinil

Polysom volta com o bolachão disco de vinil

Vocês acham que o disco de vinil acabou?
Não só não acabou como o número de adeptos ao “bolachão” está cada vez maior.
Nesta era digital muitas pessoas, dependendo da idade, não sabem o que é um disco de vinil ou pelo menos nunca viram um.
Pasmem!
Dois milhões de LPs de vinil foram vendidos nos Estados Unidos em 2009 representando 35% a mais que em 2008.
No Japão, assim como em outros países desenvolvidos, o vinil é também é uma realidade que vende muito!

Capa célebre de um vinil do Pink Floyd.

O programa Metrópolis da TV Cultura é célebre em trazer à tona discussões de assuntos relevantes e de grande interesse cultural.
Esse é um deles!
Assista a matéria de Adriana Couto que visitou a única fábrica da América Latina de discos de vinil no Rio de Janeiro, visitada também pelos representantes do Ministério da Cultura que defendem a preservação do disco de vinil.
Confira!

E você, acha que o som do disco de vinil é realmente diferente ou que é tudo a mesma coisa?
Grande abraço!

Loja especializada em equipamentos para reprodução de discos de vinil, pick-ups, receivers, amplificadores e afins:
Som Alternativo

Tomé Ferreira

Graduando em TECNOLOGIA EM MULTIMÍDIA DIGITAL pela UNISUL Iniciei minha carreira como “Desenhista” de prancheta. Arte-finalizava tudo manualmente também fazendo trabalhos esporádicos de Jornalismo Social. Fundei o Portal Duniverso em 2009 iniciando de vez minha saga pelo jornalismo o qual me apaixonei. Vida inteligente na WEB.

14 comentários em “Polysom volta com o bolachão disco de vinil

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  • 10/01/2011 em 21:47
    Permalink

    Olá Thomas,

    Lembra da Cápsula do Tempo que você deixou no início do ano passado. Convido você a vir conferir se seus desejos foram concretizados…

    Espero que lembre e visite o blog!

    O Link é http://dihitt.com.br/dihitt/redir/7740224

  • 10/01/2011 em 22:14
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    Olá Christian!
    Sinceramente havia me esquecido deste excelente post que você nos proporcionou, mas que ótimo que me lembrou!
    Respondi lá no blog.

    Grande abraço!

  • 19/01/2011 em 22:10
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    amo e como amo vinil !!!! sou dj amo a evoluçao quando vem para ajudar e nao para arruinar uma cultura ,sou dj e o que simboliza a cultura dj quando falamos e pensamos no mesmo, um par de toca discos com 2 discos rolando!!!!isso e demais lindo de se ver, bom de se ouvir!!!!save tho vynill!!!! vinil cultura e informaçao atravez da musica , amigo da natureza pois e infinito, nao vivo sem voce vinil!!!!!!!

  • 19/01/2011 em 22:17
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    moro em portugal a 5 anos , vou voltar a tocar de novo!!!!ja tenho meus toca discos e estou comprando discos de vinil pela juno records uk, tem muita coisa boa , desde lançamento a classicos , vou usalos e meu filho que agora tem 2 anos no futuro tambem vai usa los , sabe porque ! e vinil nao e cd nem midia digital isso dura basta cuidar e amar essa cultura que me motiva a viver a cada dia de minha vida , save tho vynil !!!!!!!!by dj panntro, lisboa portugal!!!!

  • 11/02/2011 em 02:02
    Permalink

    Seria muito bom se as gravadoras investissem no vinil, porque é um formato difícil de piratirar e pela durabilidade, se bem cuidado passando de 20 anos na boa! Mas as nossas gravadoras estão dando tiro no pé com essa falsa “volta do vinil”, os preços são elevados, não existem equipamentos nacionais novos para tocar vinil e o principal, falta cápsulas e agulhas de boas qualidades. Desse modo, vai ser difícil o vinil novo ser vendido no Brasil, compensando mais comprar nos sebos e na internet. Poh! quem vai ser louco de dar 90,00 reais num lp da Pitty, Fernanda Takai, Cachorro Grande, Legião Urbana e Titãs? os 2 últimos são encontrados nos sebos em São Paulo por 5,00 reais no máximo. Falta criatividade e bom senso das gravadoras. Nada contra os outros artistas mas o preço é um absurdo, chega a ser inviável!

  • 11/02/2011 em 09:02
    Permalink

    Olá Leandro.

    Realmente com este custo fica inviável para muitos, sem falar na falta de equipamentos disponíveis no mercado.
    Aqui em Belo Horizonte temos algumas casas especializadas. A mais tradicional e talvez a melhor é a SomAlternativo (http://www.somalternativo.com.br), que não só conserta mas também compra e vende equipamentos desse tipo, e só trabalha com material de qualidade. Estão no mercado a quase 20 anos.
    Eu como adoro o som do vinil, torço para que ele tenha um custo viável.

    Grande abraço!

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