Durante crise do coronavírus, governo dos Estados Unidos aprova pacote de auxílio monetário para trabalhadores

Durante crise do coronavírus, governo dos Estados Unidos aprova pacote de auxílio monetário para trabalhadores

Visando o bem-estar social e a salvação econômica, políticos estadunidenses desenvolvem plano de distribuição de renda

Na última quarta-feira (25), o Senado dos Estado Unidos aprovou um projeto considerado pelos políticos como “histórico”. Por unanimidade, o pacote de estímulos de US$ 2 trilhões foi sancionado a fim de amenizar os impactos diretos sobre a economia recorrentes da crise sanitária ocasionada pelo novo coronavírus (COVID-19).

Desenvolvido pela base aliada do governo de Donald Trump, o planejamento tem como principal objetivo auxiliar trabalhadores de diversos setores, empresas e – o já inchado – sistema de saúde. Após longos debates divergentes entre senadores e a Casa Branca, o texto seguiu para votação, sendo aceito pelo unânime placar de 96 votos favoráveis contra 0 contrários.

A medida, agora, foi encaminhada para a Câmara dos Representantes, chefiada por democratas, para nova votação, que deve ocorrer nesta sexta-feira (27). Aprovado, o pacote será promulgado por Trump o mais rápido possível, dado a ordem de urgência.

EUA sob estado de calamidade

É a primeira vez que o governo norte-americano aprova um auxílio econômico  desse porte. O pacote de ajuda está estimado em aproximadamente R$ 10,2 trilhões, valor que supera, por exemplo, o montante do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2019 em valores correntes, totalizado em R$ 7,3 trilhões.

Operando sob as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a população estadunidense vive dias de quarenta, fator que obrigou a paralisação dos mais diversos estabelecimentos comerciais, compreendendo grande parcela dos setores que impactam diretamente na economia do país.

A medida, então, vem sendo considerada como uma salvação contra a estagnação. Chuck Schumer, líder do partido democrata no Senado, denominou a providência como sendo o “maior pacote de resgate na histórica norte-americana”, equiparando-a ao histórico Plano Marshall, que financiou a reconstrução da Europa pós Segunda Guerra, só que dessa vez, direcionado a necessidades médicas e hospitais, o objetivo é outro.

Injetando uma grande quantia de dinheiro na economia interna, é bem provável que os danos financeiros causados pela pandemia não impactem tão violentamente o mercado doméstico dos EUA. Dentro da economia mais poderosa do mundo, o Covid-19 já infectou ao menos 65 mil pessoas, deixando mais de 1 mil mortos.

Nessa semana, a OMS declarou que o país apresenta uma demasiada aceleração no número de contágios, revelando, assim, um possível novo epicentro mundial da epidemia.

O que o pacote oferece

O plano prevê o pagamento direto para a maioria dos empregados norte-americanos, além de fornecer uma série de benefícios usuais, porém ampliados, como: seguro-desemprego, capital direcionado para a manutenção dos estados e um programa voltado para pequenos empreendimento  que visa fornecer a remuneração regular para todos os funcionários que necessitam realizar a quarentena, a fim de não alastrar ainda mais a contaminação.

O pacote conta ainda com outras provisões gerais, que incluem o encaminhamento de US$ 500 bilhões para um fundo de distribuição entre o setor industrial, amplamente afetado pela tomada de empréstimos. Uma quantia similar vai para os pagamentos de até US$ 3 mil para milhares de famílias.

Outras distribuições ocorrerão da seguinte maneira: US$ 350 bilhões para diluir em créditos a pequenas empresas; US$ 250 bilhões para auxílio-desemprego; US$ 100 bilhões voltados para hospitais, sistemas de saúde e outras vertentes da área; US$ 150 bilhões para o combate ao surto nos estados.

Grande abraço!

Press Office

Tomé Ferreira

Graduando em TECNOLOGIA EM MULTIMÍDIA DIGITAL pela UNISUL Iniciei minha carreira como “Desenhista” de prancheta. Arte-finalizava tudo manualmente também fazendo trabalhos esporádicos de Jornalismo Social. Fundei o Portal Duniverso em 2009 iniciando de vez minha saga pelo jornalismo o qual me apaixonei. Vida inteligente na WEB.

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