Dicas para vestir as crianças no outono
abr28

Dicas para vestir as crianças no outono

 Dicas para vestir as crianças no outono O outono é aquela época do ano em que fica difícil saber qual é o traje mais adequado para sair de casa, e as pessoas acabam optando por adaptar o look a todas as variações que podem ocorrer em um dia comum da estação: frio, sol, calor, chuva e vento. Além dos adultos, as crianças também sofrem com essas variações. Para mantê-las protegidas e proporcionar conforto, reunimos algumas dicas de como vestir os pequenos e pequenas nesse período, confira! Esquenta, esfria: como solucionar? No caso dos bebês pequenos, que ainda não conseguem se comunicar dizendo se sentem frio ou calor, é possível verificar a temperatura das extremidades – mãos e pés – e também da cabeça e do peito. Caso o bebê esteja com o corpinho suado e quente, é o caso de retirar algumas peças e observar como ele se sente. Mãos e pés gelados podem indicar que o bebê está sentindo frio, e aí neste caso é preciso colocar mais peças e também observar. Imagem: reprodução pixabay.com Nos dias em que a previsão já confirma que serão frios, é importante manter pés e mãos muito bem aquecidos e confortáveis, seja em bebês, seja nas crianças maiores. A bota infantil masculina ou feminina é uma opção ótima, pois além de aquecer, mantém os pés protegidos em caso de chuvas. Para as mãozinhas, as clássicas luvas resolvem bem. Sempre leve com você peças extras de roupa para os pequenos, pois a variação de temperatura pode pegar todo mundo desprevenido. Imagine que desconfortável se a temperatura sobre demais no meio do dia e seu filho ou filha está com uma blusinha mais grossa e de manga comprida? Ter uma camiseta reserva na bolsa é uma excelente pedida. Cuidado com o choque térmico! Sempre tenha à mão um casaco ou mantinha para cobrir as crianças em caso de troca repentina de temperatura, como ao entrar em locais com ar-condicionado ou sair de um ambiente quentinho para o frio da rua. Para as vestimentas de escola, a regra é simples: se as aulas são no período matinal, que é mais frio, coloque um agasalho quente, mas com uma camiseta mais fresca embaixo, para a hora de voltar para casa. Se as aulas são no período da tarde, que costuma ser mais quente, não deixe de colocar um casaco na mochila para o horário da saída. Grande abraço! Press Office...

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Era Uma Vez…
abr26

Era Uma Vez…

 Era Uma Vez… Por Antônio de Oliveira Era uma vez um rincão ao qual, uma vez “achado”, foram dados os primeiros nomes de Vera Cruz e depois Santa Cruz. Os descobridores ficaram doidos com a região recém-descoberta, que lhes pareceu um Eldorado. Segundo a lenda, um homem todo-poderoso, em espanhol, El Dorado, tinha por hábito espojar-se no ouro em pó, para ficar com a pele dourada. Coincidência, mais tarde, descobriu-se ouro, muito ouro, nas suas minas gerais. E aí o El Dorado foi literalmente despojado em suas entranhas, procedimento sempre seguido pelos caciques de cá e pelos colonizadores al di là. A plebe eldoradense e os inconfidentes eram, e continuam sendo tratados “manu miltari”, coercitivamente, por militares e não militares: grilhões, forca, exílios, tributos escorchantes, escravidão, trabalho escravo, desemprego, subemprego, discriminações, inflação, juros altos. Para uma elite: mordomias, foro privilegiado, imunidade parlamentar, fome insaciável de poder, continuísmos, tudo formalmente sob a égide de que “todos são iguais perante a lei”. Belas chorumelas, lengalenga uma atrás da outra, uma depois da outra. Desde o início, à medida que o seu litoral ia sendo desbravado, os lugares recebiam os nomes dos santos do dia: São Miguel, São Jerônimo, São Francisco, São Tomé, São Sebastião, São Vicente, Todos os Santos… Memórias gloriosas daqueles reis que foram dilatando a fé e o império, mas também a desigualdade desigual, opressão, silêncio dos inocentes, menosprezo. Cultura nacional focada no QE, Quociente de Esperteza, no jeitinho, na propina, na conjugação do verbo roubar por todos os tempos e modos e do levar vantagem em tudo. E assim, era uma vez um florão, uma terra garrida, ao som do mar e à luz do céu profundo, campos floridos, bosques viçosos. Uma natureza exuberante, um povo moldado na submissão. Nessa “pátria mãe tão distraída…” Entretanto, há quem ainda tenha esperança. Desesperadamente. Pois não, desesperar jamais!… O professor Antônio de Oliveira, cronista fascinante, é Mestre em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Licenciado em Letras e em Estudos Sociais pela Universidade de Itaúna; em Pedagogia e em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras de São João del Rei. Estágio Pedagógico na França. Contato: antonioliveira2011@live.com Imagem: sxc.hu...

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Obstetra, parteira e doula: afinal, o que é parto normal?
abr23

Obstetra, parteira e doula: afinal, o que é parto normal?

 Obstetra, parteira e doula: afinal, o que é parto normal? Enquanto médica e funcionária pública, tenho acompanhado discussões acaloradas em defesa do parto normal. Casas de parto, parteiras, doulas e partos domiciliares são defendidos ardorosamente por muitos políticos, amparados por estatísticas “estarrecedoras” de partos cesáreos no Brasil. Virou moda o achincalhamento de médicos, especialmente dos obstetras que defendem o parto hospitalar, feito por médicos e não parteiras. Episiotomia virou sinônimo de tortura e o toque vaginal, para acompanhar a dilatação do colo do útero, virou assédio. Mas vem aí a pergunta que não quer calar: o que é parto normal? Normal é o que é comum, natural, mas se nos miramos na natureza, o normal é a fêmea ter seu parto sozinha, e se algo dá errado, morrem mãe e filhote. Sob essa ótica, interferir no parto não é normal, pois seria interferir com as leis da natureza, ou seja, com a seleção natural. Mas não queremos que nossos rebentos e nossas mães morram, não é? Por isso, médicos apaixonados pela vida resolveram interferir nessa equação, na tentativa de diminuir as perdas maternas e infantis. Ao longo dos séculos, depois de muitas mortes e pesquisas, elucidou-se muitas das causas de óbitos devidas aos partos. Uma coisa posso lhes garantir: todos querem o melhor para si e para seus filhos. Então, se o melhor for um parto assistido por um médico obstetra, num ambiente asséptico, com uma equipe pronta para interferir ao menor problema, todos vão querer isso, não é? A lógica me faz crer que sim, mas todo esse aparato — um centro obstétrico, uma equipe com médico obstetra, pediatra e enfermeira — é caro, muito caro. Além da diferença de salários entre um médico obstetra e uma parteira, formar um médico custa 6 anos em um curso de graduação e mais quatro em pós-graduação. Estender esses benefícios à população dilapida os cofres públicos. A brilhante solução encontrada pelos políticos não foi o uso racional dos recursos, mas o convencimento da população de que o parto domiciliar, feito por parteira é que é normal e é o melhor para ela. Vale tudo para conseguir essa proeza: enaltecer o trabalho das parteiras (parto humanizado) e difamar os obstetras, especialmente aqueles mais apaixonados pela sua profissão. Mas esses mesmos políticos vão procurar os melhores médicos obstetras para suas esposas e filhas, devidamente assistidas em um hospital particular, cercadas de tecnologia de ponta. É a assistência de primeira para cidadãos de primeira classe e assistência de segunda para cidadão de segunda classe. É claro que há médicos bons e ruins, e que há um exagero em partos cesáreas no Brasil, mas a...

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5 viagens de moto pela América do Sul
abr22

5 viagens de moto pela América do Sul

 5 viagens de moto pela América do Sul Viajar de moto é sempre algo prazeroso e instigante para os amantes das duas rodas. E aqueles que desejam se aventurar pelo Brasil, sabem que podem encontrar várias rotas exuberantes. Dentre paisagens e muita adrenalina, o piloto pode fazer um passeio pela Serra do Rio Rastro, em Santa Catarina, e contemplar o lindo visual verde da Mata Atlântica. A Estrada das Hortências, no Estado do Rio de Janeiro, proporciona para o piloto um vasto arsenal de flores durante os trechos percorridos. Entretanto, para aqueles que buscam por paisagens diferenciadas, do deserto à floresta, da neve às praias ensolaradas, a América do Sul oferece tudo isso e mais um pouco para o motociclista. Que tal tentar esse destino? Viagem segura Já que vai fazer uma viagem longa, cheque os pneus da moto e verifique se não há deformações, cortes ou objetos estranhos encravados na banda de rodagem. Se não conseguir resolver o problema, procure um borracheiro. O capacete precisa ter o prazo de validade sempre checado e deve ser ajustado de maneira que não fique frouxo. A viseira também deve ser analisada com cuidado, pois precisa estar limpa e sem riscos. Use calças, luvas e jaquetas apropriadas para a viagem. Além desses equipamentos necessários, o piloto precisa se preocupar também com a escolha do calçado. É importante utilizar botas específicas para motociclistas, pois elas são fabricadas para evitar que ele tenha escoriações e, além disso, protege os pés em caso de queda ou batida. É importante que o motociclista analise as condições climáticas e reserve um hotel para fazer uma pausa durante a viagem. Leve apenas o necessário: quanto menos, melhor! Escolha o destino Agora que está tudo checado, é hora de percorrer a América do Sul. Abaixo, separamos uma lista com alguns destinos perfeitos para quem deseja se aventurar. Confira! Chile: deserto de San Pedro do Atacama Os motociclistas consideram esse destino como um “passeio de moto de médio grau de dificuldade”. Algumas partes do percurso, que compreendem terrenos da Argentina e do Chile, podem oferecer complicações, como nevascas nos tempos de inverno, por exemplo. Entretanto, por oferecer paisagens magníficas, o local é um dos mais famosos destinos da América do Sul para viajar de moto, sendo o sonho de muitos pilotos. Terra do Fogo A Terra do Fogo está dividida entre a Argentina e o Chile. É uma ilha e suas deslumbrantes paisagens contam importantes episódios da história moderna e contemporânea. A ilha está separada do extremo sul da América por uma faixa de mar que liga os oceanos. Este é, certamente, mais um destino aprovado pelos fãs de adrenalina....

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Renovação Pascal
abr16

Renovação Pascal

 Renovação Pascal Por Antônio de Oliveira Caindo em terra, se o grão de trigo não morre, permanece infecundo; se morre dentro da terra, produz muito fruto. Também um lavrador plantou, no seu sítio, um pequenino broto. Esse broto agradeceu a terra fértil e germinou uma árvore. As aves do céu vêm aninhar-se nos seus galhos. Páscoa (Pessach) é convite para uma reflexão séria de renovação, de alma lavada a jato, enxaguada, de roupa nova, de veste branca; de balanço espiritual, de revisão de conceitos e comportamentos. Todos nós realizamos a nossa páscoa, seja pela presença de cada pessoa fazendo a história da humanidade seja pela própria história da humanidade. Independentemente de pontos de vista ou de crenças pessoais, é a mesma estrada da vida por caminhos de pedra. Passagem de uma dimensão para outra. Travessia do mar, vermelho de sangue da escravidão para a terra onde corre leite e mel. Passagem do homem velho para o homem novo, renascido espiritualmente sem ter que voltar ao seio materno. Do ódio ao perdão. Vingança não! Da corrupção ao mea-culpa e à reparação material. Do radicalismo ideológico e religioso ao respeito mútuo. Das trevas à luz. Da morte à ressurreição. Repartir o pão. Pão da vida, pão da cultura, pão do saber, pão da dignidade humana. As bombas cessem de semear a morte, dê-se reconciliador aperto de mãos. Da descrença nacional à utopia afogueada do El Dorado perdido. Minha casa agora é minha. Não era meu aquele lugar. Páscoa, em 2017, é apanágio de esperança num Brasil melhor: na política, na distribuição de renda, no combate à violência, à corrupção, à demagogia, à falta de ética no dia a dia e na vida pública. Dentro de um mundo dinâmico, renovação depende de nós e carece de revisões periódicas, manutenção, combustível espiritual, calor divino e humano. O povo está cansado de uma classe que entronizou para si o arbítrio e o privilégio. Honestidade já!… Essa a maneira de “passar” o país a limpo. Feliz Páscoa de renovação!… O professor Antônio de Oliveira, cronista fascinante, é Mestre em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Licenciado em Letras e em Estudos Sociais pela Universidade de Itaúna; em Pedagogia e em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras de São João del Rei. Estágio Pedagógico na França. Contato: antonioliveira2011@live.com Imagem: sxc.hu...

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