Os anos 1990 que permanecem até os dias de hoje
set20

Os anos 1990 que permanecem até os dias de hoje

 Os anos 1990 que permanecem até os dias de hoje Grande parte dos jovens adultos de hoje pôde aproveitar por completo a década de 90, que foi há apenas 27 anos, mas parece ter sido há uma era quando pensamos em termos de costumes e tecnologias. Nos anos 90, o celular era um item raro, mal tínhamos acesso à internet e a televisão estava começando a se desenvolver. Apesar das grandes diferenças, muitos costumes permanecem até hoje e trazem, para a atualidade, um gostinho de nostalgia e um ar vintage. Veja, na nossa lista, como os anos 90 permanecem mais vivos do que nunca! Nos costumes   Colecionar vinis Para os amantes dos vinis, os discos nunca saíram de moda e continuam a lotar as estantes e tocar nas vitrolas. Além do apego emocional e de ser um item vintage, de época, muitos acreditam que o som do vinil também é mais fiel e, por isso, nem pensam em se desfazer dos discos. Muitas bandas atuais, também motivadas por esse sentimento, lançam seus álbuns também em formato de LP, mantendo vivo o costume da década de 90.   Revelar fotos e fotolivros As fotos possuem o mágico poder de eternizar momentos especiais, congelá-los no tempo e tornar uma lembrança sempre ao alcance das mãos. Apesar de ter sido muito popular nos anos 90, esse costume se mostra presente ainda hoje, pois as fotos e os fotolivros são itens atemporais e que nunca saem de moda. Usar agendas e planners A agenda, além de ser um item cheio de estilo, também ajuda a organizar a rotina, os afazeres e os compromissos futuros. Muito comum nas escolas e também no mundo corporativo, esse objeto ainda continua na ativa por meio de pessoas da velha guarda. Na moda As jaquetas e saias jeans O jeans, além de ser um tecido muito prático e versátil, nunca sai de moda e se mantém até hoje nas peças do vestuário, principalmente nas saias e nas jaquetas. As roupas ganharam novos modelos e novas lavagens, mas mantêm o clássico tecido que é tão amado por todos. Barriga de fora Tão comum na moda dos anos 90, a barriga de fora continua em alta nos dias de hoje e ganhou uma nova forma de se expressar graças ao uso dos croppeds. Nessa nova tendência, é a parte superior da barriga que fica à mostra, principalmente acima do umbigo. Gargantilhas Acessório clássico da década de 90, a gargantilha voltou com tudo e ganha novas modelagens dependendo da estação: para o verão, os estilos em couro, com pequenos pingentes, são os mais utilizados. Já para o inverno, as gargantilhas...

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Tecnologias cada vez mais avançadas ajudam o Brasil a ficar entre os maiores produtores agrícolas do mundo
set20

Tecnologias cada vez mais avançadas ajudam o Brasil a ficar entre os maiores produtores agrícolas do mundo

 Tecnologias cada vez mais avançadas ajudam o Brasil a ficar entre os maiores produtores agrícolas do mundo O Brasil deve ultrapassar a marca de produção dos Estados Unidos, segundo o relatório Perspectivas Agrícolas 2017-2026, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na safra 2007/2008 o Brasil produziu 144 milhões de toneladas; na safra 2015/2016,  a produção total aumentou mais de 60% e chegou a 213 milhões de toneladas, e até o final de 2017 o número deve subir ainda mais. Essa alta demanda de produtos produzidos no campo fez com que a tecnologia chegasse no trabalho agrícola, trazendo inúmeras melhorias para o setor da agronomia e, consequentemente, na agricultura, incluindo o aumento a produtividade. Tudo teve início com a Revolução Industrial, que deu origem a esse processo de mecanização e que assim chegou nos campos do mundo todo. Imagem: Reprodução –  dinheirorural.com.br Toda essa tecnologia permitiu avanços nos métodos de plantio, com técnicas que auxiliam o agricultor a produzir em grande escala, seja em qualquer região do Brasil, mesmo aquelas com dificuldades de produção. Com o uso da tecnologia é possível chegar a agricultura de precisão, que permite um uso melhor da terra e de recursos naturais, menos uso de pesticidas, menos intervenções, menor mão de obra e menores custos. Evoluções nos campos brasileiros As alterações são normalmente associadas ao processo de automação e mecanização nos campos, que transformam radicalmente a produção de alimentos e a utilização das matérias-primas. Com o uso de drones e UAVs, que são uma espécie de aviões controlados à distância por computadores, e que fazem uma inspeção nas propriedades e fornece informações sobre as plantas e a terra. Por meio desse processo, por exemplo, é possível identificar algumas pragas na plantação e com isso o agricultor pode antecipar suas ações e definir o que deve ser feito sem grandes danos, assim evitando a perda de investimentos ou uma falha na colheita. Outro exemplo de evolução é o uso da IoT (internet das Coisas), onde o campo consegue se auto gerenciar, com o uso de colheitadeiras inteligentes que se ajustam de acordo com o tipo de plantação, oferecendo qualidade no processo do plantio à colheita. Por Jacqueline Gonçalo Jornalista pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Press Office...

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Estágio no ensino técnico é um caminho promissor para entrar no mercado de trabalho
set11

Estágio no ensino técnico é um caminho promissor para entrar no mercado de trabalho

 Estágio no ensino técnico é um caminho promissor para entrar no mercado de trabalho Com média salarial maior que R$760, cursos técnicos auxiliam na renda de estudantes Uma das características que mais pesam na hora de escolher o futuro profissional é a possibilidade de conseguir um emprego rapidamente, seja ele fixo ou um estágio. Com a Lei do Estágio (A Lei n° 11.788/2008), essa modalidade empregatícia ficou regulamentada, estabelecendo regras como recesso remunerado, limite de trabalho de seis horas por dia e auxílio transporte. Mas ainda existe muita dúvida sobre a possibilidade de estagiar quando a opção de estudo são os cursos técnicos. No nível técnico, as regras são as mesmas do nível superior. A razão é que as duas modalidades fazem do estágio uma parte do projeto pedagógico, ajudando o estudante a colocar em prática a teoria enquanto garante seu futuro profissional por meio dos estudos. Para facilitar na intermediação entre o curso técnico e o mercado de trabalho, o estudante pode realizar um cadastro em entidades que são especializadas nessa modalidade de encaminhamento, como o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), que estabelece essa conciliação por região. Esse registro é útil para estudantes dos níveis médio, técnico e superior. E a inscrição não é burocrática. Basta o interessado manter sempre o cadastro atualizado. Mercado de trabalho De acordo com dados da Associação Brasileira de Estágios (Abres), o número de estagiários no Brasil chegou a 1 milhão em 2015, sendo 260 mil com ensino médio completo ou ensino técnico completo e 740 mil, do nível superior. Segundo a associação, esse dado mostra que 2,7% dos alunos estão matriculados no ensino médio ou técnico. O salário médio de um estagiário ficou em R$ 965 em 2016. Para quem está no ensino médio, R$ 606; no médio técnico, R$ 762; no superior, R$ 1,1 mil; e no superior tecnológico, R$ 998. Principais pontos da Lei do Estágio: As contratações de estagiários não são regidas pela CLT, desta forma, não incidem encargos sociais. A formalização do contrato é feita pelo Termo de Compromisso de Estágio, e não na Carteira de Trabalho. A duração do estágio na mesma empresa não pode passar de dois anos, a não ser que o estagiário seja portador de deficiência. A jornada de trabalho não pode ultrapassar seis horas diárias ou trinta semanais em todas as modalidades. Desde o ensino médio regular, especial, educação profissional, técnica ou ensino superior. E ainda o estagiário pode diminuir sua carga horária em 50% durante o período de provas, com a justificativa para se preparar. Mas pra isso esse termo deve estar estabelecido no Termo de Compromisso de Estágio e estar de acordo...

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“BOOKS FOR A CHANGE”
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“BOOKS FOR A CHANGE”

 “BOOKS FOR A CHANGE” Por Antônio de Oliveira Beatriz, nossa neta, mora nos Estados Unidos. Há poucos anos ela veio ao Brasil e, em Campinas, na companhia da avó materna foi a uma creche levando presentes de aniversário que o irmãozinho havia ganhado. Acostumada em San Diego a devorar livros, percebeu que a creche não dispunha de livros infantis para elas folhearem e ouvirem histórias lidas ou contadas pelas professoras. Daí surgiu a ideia de se criar uma organização não governamental, www.booksforachange.org, com o fim de doar livros a escolas, creches e clínicas infantis carentes. “Livros para uma transformação” se destina, então, a proporcionar a crianças carentes entretenimento e gosto pela leitura. Projeto genial, fantástico, uma maneira correta de ajudar crianças nessa idade. Através dessa ONG, que vive de doações, Bia e seus colaboradores adquirem livros e repassam uma média de 40 livros infantis, e uma estante baixinha, própria para os baixinhos, em cada instituição. Vale a pena conhecer esse projeto, descrito em detalhes na web. Quem, representando a instituição, estiver interessado em receber essa doação, que não tem absolutamente caráter eleitoreiro nem se caracteriza como um “pacote de bondade”, consulte o site e faça contato. É um trabalho sério, promocional, e de grande alcance, que merece ser acolhido, abraçado e incentivado. Estamos orgulhosos de nossa neta, felizes com a sua iniciativa e por levar à prática, por meio de providências concretas, um projeto de amplitude internacional. A prefeitura de Sertãozinho, no estado de S. Paulo, por exemplo, acaba de firmar parceria com Beatriz, nome que significa aquela que faz os outros felizes. Junte-se a nós! As boas causas visando ao bem merecem ser apoiadas. Esse é um trabalho extraordinário: o livro é alimento da mente. Com gravuras então… A criançada adora! O professor Antônio de Oliveira, cronista fascinante, é Mestre em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Licenciado em Letras e em Estudos Sociais pela Universidade de Itaúna; em Pedagogia e em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras de São João del Rei. Estágio Pedagógico na França. Contato: antonioliveira2011@live.com Imagem: sxc.hu...

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Tudo o que você pode reciclar no caminhão
ago24

Tudo o que você pode reciclar no caminhão

 Tudo o que você pode reciclar no caminhão Depois de um bom tempo na estrada, máquinas podem ter suas peças reaproveitadas para diversas finalidades Os caminhões estão entre os veículos mais duráveis que você pode encontrar. Enquanto no caso dos veículos de passeio é comum que os motoristas os troquem a cada cinco ou seis anos, no caso dos caminhões é comum encontrar veículos com dez a quinze anos de idade rodando por aí. Porém, uma hora chega o momento de se despedir deles. É nesse momento que entram em cena as empresas de reciclagem de caminhão. Elas também podem ser conhecidas como “desmanches”, mas a palavra acabou sendo associada a um estabelecimento ilegal, de forma que se evita a sua utilização. Há muitas empresas legalizadas aptas a desmontar o seu possante por completo e reaproveitar cada uma das partes da melhor maneira possível. Vamos conhecer um pouco mais sobre esse mundo. Ideia é sucesso lá fora Em lugares como nos Estados Unidos e na Europa é muito comum encontrar empresas especializadas em desmontar caminhões e reaproveitar algumas de suas peças. Essa, aliás, é uma das razões pela qual o transporte rodoviário é mais barato em certas localidades. Reaproveitando certas peças o custo de manutenção cai consideravelmente. Além disso, faz bem para o meio ambiente produzir menos componentes. Já no Brasil, como mencionamos, o negócio ainda é visto com uma certa dose de preconceito. Os chamados desmanches frequentemente são associados a estabelecimentos que funcionam na ilegalidade, receptando peças de veículos roubados. Sim, há vários exemplos como esse pelo país, mas boa parte dos centros de reciclagem funcionam de forma regular, recebendo caminhões sinistrados ou em vias de aposentadoria. Venda de peças usadas é um mercado em crescimento Se o consumidor final ainda recorre menos do que deveria às centrais de reciclagem que vendem peças de caminhão, o mesmo não se pode dizer de empresas de logística e grandes companhias. Por demandarem um alto volume de peças de manutenção ao longo do ano, essas empresas recorrem a alternativas mais baratas e muitas vezes encontram o que precisam nessas centrais de reciclagem. As peças reaproveitadas são testadas antes e depois são adaptadas aos caminhões que ainda estão em funcionamento. Sempre que um veículo é sinistrado, por exemplo, mesmo nos casos em que há a chamada “perda total” ainda assim muitas peças escapam ilesas do acidente. O mesmo pode ser dito no caso da aposentadoria de um veículo, pois muitas das peças ainda estão em pleno funcionamento. Os próprios mecânicos são unânimes em afirmar que, quando há alguma batida, em geral a maior parte dos danos se resume à lataria, mas os...

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Quantos geradores são necessários para abastecer o Rock In Rio?
ago24

Quantos geradores são necessários para abastecer o Rock In Rio?

 Quantos geradores são necessários para abastecer o Rock In Rio? Conheça algumas curiosidades sobre a infraestrutura energética necessária para a realização de um grande festival de música O Rock In Rio, festival musical nascido na década de 80 no Brasil, pode hoje ser considerado um dos maiores eventos do gênero no mundo. A primeira edição aconteceu em 1985, no Rio de Janeiro, e reuniu cerca de 1,5 milhão de pessoas. O sucesso do evento o tornou icônico na década de 80 e fez com que novas edições fossem planejadas posteriormente até hoje. Porém, levou um bom tempo até que elas acontecessem. As edições seguintes também foram realizadas no Rio de Janeiro, em 1991 e 2001. Depois da terceira edição, teve a início a fase de internacionalização do festival. A marca “Rock in Rio” deixou de ser uma referência apenas para festivais realizados na Cidade Maravilhosa e ganhou o mundo. Rock In Rio fora do Rio de Janeiro? Sim! Quando isso aconteceu, em 2004, muita gente estranhou, mas era o início da fase internacional do festival. Nos anos de 2004, 2006 e 2008 a cidade de Lisboa, em Portugal, recebeu três edições do Rock in Rio. O festival viria a ser realizado no Brasil novamente em 2011 e, desde então, Rio de Janeiro e Lisboa têm alternado edições. Lisboa teve edições do Rock In Rio em 2012, 2014 e 2016; o Rio de Janeiro, edições em 2013, 2015 e mais uma está prevista para 2017. A expansão continuou ainda com edições em Madrid, na Espanha, em 2012, e Las Vegas, nos Estados Unidos, em 2015. A cidade norte-americana, aliás, deve receber mais edições do festival nos próximos anos. A energia de um festival Agora que você já tem uma ideia que o Rock In Rio não é “apenas” o maior festival musical do Brasil, mas também um dos maiores do mundo, é hora de conhecer um pouco dos bastidores, o que acontece por trás dos grandes shows que você está acostumado a assistir. Você já parou para pensar na quantidade de energia necessária para que um evento desses aconteça? Primeiramente, é preciso pensar na quantidade de pessoas envolvidas em uma estrutura como essa. Só de músicos são mais de 700 pessoas transitando pelo palco ao longo dos vários dias de evento. O público varia em cada edição, mas em média cerca de 200 mil pessoas, passam pelo local do evento todos os dias – são quase três Maracanãs lotados! Para se ter uma ideia, a título de referência, o número de geradores em uma ocasião como essa pode passar dos 40. Juntos eles geram uma potência total de quase 10...

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