Financie seu imóvel sem dores de cabeça
nov01

Financie seu imóvel sem dores de cabeça

  Financie seu imóvel sem dores de cabeça Saiba como investir da maneira certa comprando uma casa ou apartamento por financiamento O mercado imobiliário tem se expandido cada vez mais e a facilidade para adquirir um imóvel também. Muitos brasileiros optam pelo financiamento, por ser uma forma que se encaixa no orçamento, mesmo que leve anos para quitar o investimento. Mas antes de tomar qualquer decisão é preciso muita pesquisa para enfrentar a burocracia do processo e evitar problemas. São inúmeras etapas para conseguir ser aprovado no financiamento e ele pode ser intermediado por correspondentes imobiliários, incorporadoras, profissionais cadastrados pelo banco e indicados por imobiliárias. O aconselhável é contratar alguém de confiança para encaminhar esse processo, já que trata-se de um investimento alto e de longo prazo. É importante avaliar a renda e o quanto pode se endividar. O limite de comprometimento de renda  para dar entrada em um financiamento é de 30%, mas muitos especialistas do ramo recomenda uma margem de 25%, pois existem outros gastos e que muitos não são esperados, assim evita-se um endividamento sem necessidade. Lembrando que os bancos são rígidos quando se trata de atrasos das parcelas e podem até barrar o financiamento. Muitos acham que financiar um imóvel é somente pagar as parcelas e não é bem assim. Esse processo implica em custos que vão além, como o Pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI), despesas com cartório, avaliação jurídica dos documentos e avaliação do imóvel. A associação Brasileira dos Corretores de Empréstimo e Financiamento Imobiliário estima que o custo desses documentos podem chegar a 4% do valor do imóvel, dependendo da região em que se encontra. Pesquisar e negociar são palavras chaves na hora do financiamento, além de procurar o imóvel dos sonhos é preciso comparar as linhas de crédito imobiliário do mercado e negociar as taxas de juros com os bancos e encontrar um valor que caiba no orçamento do Custo Efetivo Total (CET) do financiamento. Se for preciso crie uma conta-salário ou até mesmo um seguro de vida ou previdência privada, assim o banco verá que vale a pena investir em quem investe na instituição. E em meio a todo o processo peça a orientação de um profissional especializado e de confiança, pois sempre falta conhecimento da parte do investidor sobre assuntos mais burocráticos e isso pode levar a uma sucessão de erros. O contrato deve ter uma atenção especial, pois alguns costumam esconder taxas ilegais ou desnecessárias que poderiam ser negociadas, e um profissional também pode auxiliar nesse aspecto. Para quem opta comprar um imóvel ainda na planta, por exemplo, não é obrigado a financiá-lo com...

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Por que o setor imobiliário deve investir em marketing?
set28

Por que o setor imobiliário deve investir em marketing?

 Por que o setor imobiliário deve investir em marketing? A internet tornou as experiências de compra muito mais complexa, hoje quando se tem interesse em algo você pesquisa, compara os preços e lê avaliações, esses fatores influenciam e muito a opinião do cliente. O setor imobiliário também sentiu essa mudança, antes tanto os imóveis quanto os interessados em comprar ou alugar chegavam de maneira natural, já que ir até uma imobiliária era o único caminho. E o trabalho do corretor de imóveis era imprescindível para que os negócios fossem fechados. Hoje em dia os clientes percorrem todo o caminho sozinhos e sem sair de casa, um smartphone é suficiente para que ele veja ofertas, compare preços e entenda formas de pagamento. Percebendo essa tendência o setor imobiliário sentiu a necessidade de se aproximar dos clientes nas plataformas digitais e dividiu o foco entre vender e alugar imóveis com a fidelização do cliente, estabelecendo uma relação de confiança para que ele seja uma ponte para outros negócios. Uma nova visão Para algumas empresas que atuam no mercado imobiliário há alguns anos, pode ser um pouco complicado entender a necessidade de estar presente também nos meios digitais. A ideia de que as redes sociais são a única ferramenta do marketing é muito presente no imaginário popular, mas somente elas não são suficientes para um trabalho eficiente. O administrador e diretor de tecnologia da 8020 Marketing Digital, Kenneth Corrêa, iniciou sua experiência profissional dentro da imobiliária Financial, em Campo Grande MS, e confirma que o marketing digital para o setor é uma tendência cada vez maior “O profissional de marketing ajuda a imobiliária a começar a se enxergar como uma marca, e criar valor no mercado cuidando da imagem desta marca junto ao mercado como um todo, e não somente com os clientes” diz. “Fora isso, o profissional do marketing ajuda a ter uma visão mais pró-ativa de investimento em visibilidade e captação de leads (que é o termo usado para identificar as pessoas que têm interesse no seu produto ou serviço), ao mesmo tempo em que faz a análise de atribuição de marketing, ou seja, mensurar de onde vêm os resultados, e alocar melhor os investimentos da imobiliária” completa. Enga-se quem pensa que existe uma fórmula de marketing pronta e adaptável para qualquer empresa, é preciso primeiramente fazer uma análise detalhada para entender seu perfil, o momento de mercado em que está passando e qual sua relação com o marketing, somente a partir desse ponto que as estratégias podem ser definidas. Kenneth explica que para uma empresa que nunca investiu em nenhuma ação de marketing e não possui nenhuma presença online,...

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Como comprar sua casa pela metade do preço?
ago18

Como comprar sua casa pela metade do preço?

 Como comprar sua casa pela metade do preço? Há várias formas de pagar mais barato na sua casa própria, descubra como e realize o seu sonho Crise econômica, desemprego e dívidas são algumas das motivações para que você ainda esteja vivendo em uma casa que não é sua. Para conseguir o seu próprio imóvel, é preciso pensar em formas de baratear a compra. Realizar o sonho da casa própria parece ter se tornado uma realidade cada vez mais difícil. Mesmo com os preços dos imóveis em queda e com o mercado fazendo de tudo para vender, muita gente não tem condições de adquirir nada. Tanto é que a geração Y (os jovens de 30 anos) não tem como prioridade comprar uma casa ou um apartamento hoje em dia, ao contrário de seus pais! Entretanto, o mercado está dando sinais de que vai se aquecer mais uma vez e tornar a compra do seu imóvel mais favorável. Mudanças nas regras de financiamento, o aumento no número de unidades comercializadas e a procura nas imobiliárias de todo o país indicam que, em breve, você poderá ser o dono do seu próprio lar. Enquanto isso não acontece, ou até mesmo quando acontecer, é melhor pesquisar formas de economizar na compra da casa própria. Confira quais são as boas práticas para poupar durante a sua busca e aproveite o dinheiro extra: Busque em regiões mais baratas O preço dos imóveis tem se desvalorizado e isso quer dizer que o que já era barato está ainda mais em conta. Por isso, consultar o valor do metro quadrado é essencial e, se você der sorte, adquirir um imóvel no bairro em que você sempre sonhou pode sair mais barato do que se mudar para a cidade vizinha. No entanto, ainda vale a máxima: regiões centrais, próximas ao comércio e áreas de lazer, com acesso a todo tipo de transporte público e bairros tradicionais costumam ter o metro quadrado mais caro. Em São Paulo, por exemplo, a Vila Nova Conceição, ao lado do Parque Ibirapuera, é o lugar mais caro para se viver na capital: o metro quadrado custa R$ 16.124, uma diferença de mais de R$ 10 mil reais quando comparado à região de Itaquera, a região mais barata em junho de 2017. Adquira o imóvel na planta               Considerando um imóvel novo, a compra na planta pode ser bem mais econômica. Na maioria das vezes, o preço do imóvel que ainda está na planta é mais barato que o do imóvel pronto e, ao comprá-lo dessa forma você ganha tempo para planejar o pagamento das prestações. Se você for um bom negociador e souber calcular a...

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Imóveis em condomínios fechados são boa alternativa para quem procura segurança e tranquilidade
ago15

Imóveis em condomínios fechados são boa alternativa para quem procura segurança e tranquilidade

 Imóveis em condomínios fechados são boa alternativa para quem procura segurança e tranquilidade O modelo que foi  introduzido no Brasil nos anos 70, volta como opção viável de moradia Cada vez mais as pessoas buscam se refugiar em ilhas de segurança, onde a concentração de pessoas da mesma classe social e ideais podem ficar juntas, alimentando o individualismo e a cultura da privacidade. Para tanto, ficou extremamente comum a busca por moradias em condomínios fechados ou gated communities, mas não se sabe ao certo a origem desse tipo de privatização de moradia. A primeira tese vem do livro Cidade Jardim (1898), de Ebenezer Howard, onde o autor tenta dar uma solução a problemas urbanos e rurais, e propõe que sejam criados espaços distintos desses dois cenários, e um só que uniria as qualidades de ambos para criar uma “town-country” . O modelo se assemelha muito aos projetos de condomínios. Já a segunda tese defende que a forma dos  condomínios fechados que conhecemos hoje radica nas cidades fortificadas europeias pré-modernas. Bom, o Brasil essa modalidade de construção foi introduzida no Brasil no início dos anos 70.  São Paulo foi a primeira cidade onde os condomínios viraram tendência. Eram locais com muito verde, muros altos, espaços de lazer e  caminhada, áreas de convívio e segurança reforçada. Esse mercado bombava devido aos financiamentos estatais. Em 1973, a capital paulista recebeu o primeiro condomínio vertical fechado. Esses primeiros modelos foram direcionados aos mais abastados e contavam com conjuntos murados, áreas comuns equipadas com instalações esportivas e de lazer para uso exclusivo dos moradores. Tendência Seguindo essa tendência, outras cidades com déficit habitacional receberam empreendimentos semelhantes. Sejam horizontais ou verticais, as opções residências nessa modalidade são um atrativo pela segurança. Basta escolher qual o padrão e localização entre as  muitas opções de condomínios. Por Jacqueline Gonçalo Jornalista pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Press Office...

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Quando terminam as obras em Belo Horizonte?
jun01

Quando terminam as obras em Belo Horizonte?

 Quando terminam as obras em Belo Horizonte? Passeando pelo blog do amigo José Walker, deparei com um intrigante artigo sobre as questões das obras (algumas intermináveis) de Belo Horizonte. José chama atenção para um ponto muito interessante, no mínimo, passível de suspeição, que diz respeito ao prazo de execução das mesmas. Nestas épocas sobre “ondas” de Aécios, Dilmas, Temers e Lulas das Silvas, nada mais apropriado do que checar e vigiar constantemente nosso dinheiro (não só o público), para onde está indo e como está sendo gasto! Haja “cueca” para tanta bandalheira!   Estão pensando que somos tolos? Por José Walker,  06/01/2017 Porque será que em Belo Horizonte existem tantas obras paralisadas ou devagar quase parando com placas indicando apenas o prazo de execução? Estão pensando que somos tolos? É muito cômodo! Colocam o prazo de execução, normalmente em dias, só para dificultar a nossa “fiscalização”. Afinal, quem vai se lembrar que 720 dias, por exemplo, correspondem a dois anos? E como se não bastasse, omitem também a data de início. Assim fica difícil saber quando as obras vão ser concluídas, não é mesmo? Atrasos e paralisações acontecem. Mas não pensem que somos tolos, não tentem nos enganar, omitindo ou prestando informações incompletas. Um bom exemplo é a reforma da Escola Estadual Barão do Rio Branco na avenida Getúlio Vargas, na Savassi, que vem se arrastando há um bom tempo. Tudo bem que é uma obra de restauração e requer maiores cuidados, mas quem nos garante que já não deveria estar concluída? Vejam em detalhe a placa principal e tirem suas conclusões. Observem o prazo de execução: 900 dias. Porque não colocaram 2 anos e 6 meses ao invés de 900 dias? E a data de início, onde é que está? Ahhh… tenham paciência! E olha que a reforma da Barão do Rio Branco é apenas uma entre várias outras obras na mesma situação. Quem não fica incomodado com a interminável reforma do prédio conhecido como Rainha da Sucata na Praça da Liberdade, para onde será transferido (quando?) o Centro de Apoio Turístico Tancredo Neves? Ou com a reforma do antigo prédio do IPSEMG, também na Praça da Liberdade, onde funcionará (quando?) a Escola de Design da UEMG? Observem a quantidade de placas. Agora, obra mesmo que é bom… E a construção do Espaço Multiuso no Parque Municipal, onde funcionava o antigo colégio IMACO (imagem de abertura deste artigo), que está paralisada e sem qualquer perspectiva de retomada? Queremos transparência! Ao iniciarem uma obra, coloquem placas com todas as informações necessárias e se houver algum contratempo, algum imprevisto, justifiquem a paralisação ou o atraso e retifiquem as informações. Quanto maior a paralização ou o atraso, maior...

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Como a arquitetura e o design influenciam o bem-estar das pessoas
abr07

Como a arquitetura e o design influenciam o bem-estar das pessoas

 Como a arquitetura e o design influenciam o bem-estar das pessoas A arquitetura, muito além de mera necessidade, está relacionada à arte. Forma e estética se aliam à sua funcionalidade para promoção do bem-estar nas casas e nas cidades. É por meio da arquitetura que o ser humano expressa sua ideia de convivência, aconchego e tantos outros detalhes subjetivos que passam despercebidos no dia a dia. A arquitetura influencia diretamente o cotidiano e os espaços, por isso, os profissionais da área precisam de um conhecimento multidisciplinar para trabalhar de forma integrada todas essas questões. Muitos projetos no estilo Do It Yourself (faça você mesmo) podem ter resultados surpreendentes, especialmente em relação ao design. Mas o auxílio de empresas e profissionais especializados é determinante para dar vida plena a algumas ideias. Alguns sites, como o www.galeriadaarquitetura.com.br, por exemplo, também contam com alternativas interessantes. 1) Interação social Quem já passou em frente ao Museu de Artes de São Paulo (MASP), no centro da avenida Paulista, pode notar um detalhe: o espaço conhecido como “vão do Masp” está sempre cheio, com pessoas conversando, namorando e aproveitando o tempo por ali. Isso não acontece por acaso. O projeto da arquiteta Lina Bo Bardi, responsável também pelo conhecido prédio do Sesc Pompéia, preza por essas brechas que estimulem a interação entre as pessoas. A partir de estudos e do talento de um profissional, esse efeito surpreendente pode mudar a dinâmica de uma cidade. Em uma residência, não costuma ser diferente. Imagine uma sala de estar mal planejada, onde as pessoas não fiquem à vontade para se sentar e conversar? Isso pode acabar não só com um projeto, mas com a interação de toda a família. É esse olhar cuidadoso que o profissional de arquitetura e design de interiores leva para o ambiente. 2) Bem-estar físico e mental Estudiosos da gestalt (termo que significa “forma” em alemão) já diziam que a percepção humana está fundada em estruturas. É como se enxergássemos por meio de padrões pré-concebidos que influenciam toda a nossa experiência. Saber trabalhar com formas e cores, então, gera um resultado que faz toda a diferença em termos físicos e de saúde mental. Os deslocamentos sutis entre ambientes, os detalhes que os diferenciam e o aspecto geral de cada um deles condiciona a sensação de aconchego que todo o lar deve ter; ou a dinâmica exigida em um ambiente de trabalho, por exemplo. 3) Indução de sensações e sentimentos Tomando como exemplo a ideia das cores, fica mais simples perceber como arquitetura e design influenciam diretamente o cotidiano. Um quarto com paredes vermelhas, certamente, irá resultar em muitas noites de insônia. A cor vibrante...

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