Revista Digital sobre Arte Overart 20
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Revista Digital sobre Arte Overart 20

 Revista Digital sobre Arte Overart 20 lançada a nova revista Overart número 20! Como sempre, dispensa apresentações de quaisquer espécie. Seu conteúdo, fala por si. Sinta os pequenos grandes detalhes. Clique abaixo para acessar na íntegra: Revista Digital Sobre Arte Overart Número: 20 Publish at Calameo Esta publicação tem o apoio, promoção e distribuição de Duniverso.com.br Recomendamos o clique. Acesse a revista no modo SkyDrive. “… Num tempo extremamente materialista, a arte é um dos setores que mais sofre pela descaracterização e a incógnita do que é realmente arte e seus valores. A pós-modernidade trouxe a diversidade de estilos e conceitos de acordo com o contexto social vigente. Perguntar o que é arte, como ela funciona hoje, tornou-se um fórum difícil se ela sempre serviu como forma de compreendermos o mundo. Onde ela está nos levando?”… Roberto Remiz Grande abraço!...

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A lenda Overdose, voltou
fev19

A lenda Overdose, voltou

 A lenda Overdose, voltou Após quase 10 anos sem se apresentar, ontem dia 18/02/2017, milhares de sortudos tiveram o prazer de ver novamente em cena, a potente e expressiva banda Overdose de Belo Horizonte. Realizado no espaço em torno do Estádio Magalhães Pinto (Mineirão), o show foi um dos mais concorridos dentre as dez bandas que também se apresentaram pelo Bloco dos Camisas Pretas, que homenageia Ronnie James Dio em 2017. Com a mesma “pegada” de outrora a banda levou os fãs ao delírio logo quando deu o primeiro acorde. Numa performance excepcional digna das grandes bandas de peso do cenário mundial, a Overdose provou que o tempo para a banda não passou, pelo menos no quesito qualidade e “pegada” musical que a maturidade ajudou a lapidar ainda mais. Um dos pontos altos do show foi quando Bozó convidou Helio Eduardo e Fernando Pazzini para assumirem o palco, fazendo uma homenagem à primeira formação da banda. Outro ponto foi quando a galera enlouquecida levantou um fã cadeirante e o levou até o palco, onde permaneceu até o fim do show. O povo se incendiou!. Overdose a todo vapor no entorno do Mineirão dia 18/02/2017 O Rock e a cena Underground belorizontinos sempre tiveram expressão nacional (até mundial) parindo muitas das melhores bandas de Heavy Metal brasileiras. Fundada em 1983 a Overdose que teve muita influência na América Latina e fez muitos shows pela Europa e Estados Unidos,  com certeza foi uma dessas. Para o retorno, o projeto da banda a partir de 2017 é fazer poucos shows mas estar sempre na ativa. Ainda não tem expectativas de novos trabalhos em relação a criação, porém, nunca se sabe. Talvez o relançamento de alguns discos antigos seja uma opção a médio prazo. Perguntado sobre sua avaliação dos últimos álbuns produzidos (Progress of Decadence de 1993 e Scars de 1995), o guitarrista Cláudio David respondeu o seguinte: “Dois dos melhores e mais originais álbuns do OverDose. Foram eles o que realmente abriram as portas para o OverDose nos Estados Unidos e na Europa. Acho que todos os discos do OverDose tem muita personalidade e originalidade, mas os Scars e o Progress chegaram a uma maturidade musical e uma identidade sonora única, que diferenciou radicalmente a banda de todas as outras do Metal, consagrando o OverDose mundialmente.” (Texto da Entrevista realizada no site http://www.sourcewebzine.com.br em janeiro de 2017) Abaixo Teaser excepcional sobre o evento, produzido pela Estúdio Vox BH: Comentário de uma fã na página da banda: Como a Banda dispensa mais apresentações, deixo uma “sonzeira” para vocês curtirem no vídeo abaixo. Grande abraço! Ficha técnica: Gênero: Heavy Metal Membros: Pedro Amorim (Bozó) – Vocals Claudio David...

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Revista Digital sobre Arte Overart 18
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Revista Digital sobre Arte Overart 18

 Revista Digital sobre Arte Overart 18 Imperdível a revista Overart número 18! Tendo como tema base os mestres do grafite, superou o limite de plasticidade, talento, habilidades e encantamentos diversos! Vale cada segundo navegado! Clique abaixo para acessar na íntegra: Revista Digital sobre Arte Overart 18 Publish at Calameo Esta publicação tem o apoio, promoção e distribuição de Duniverso.com.br Recomendamos o clique. Acesse a revista no modo SkyDrive. “Não extingua sua inspiração e sua imaginação; não se torne o escravo do seu modelo.” Van Gogh Grande abraço!...

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Adele de “25”: a britânica que está revolucionando o mercado fonográfico
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Adele de “25”: a britânica que está revolucionando o mercado fonográfico

 Adele de “25”: a britânica que está revolucionando o mercado fonográfico Por Raphael Granucci Adele ficou conhecida em todo o mundo com o seu primeiro álbum, “19”, no ano de 2008. Ali estava uma cantora e compositora com voz poderosa, mas que ainda não havia se destacado entre os demais artistas britânicos que seguiam a linha de melodias mais simples com letras mais intensas. Seu sucesso veio para valer com o seu segundo lançamento, “21”, em 2011, que a lançou para o sucesso instantâneo, com canções como “Rolling In The Deep” e “Someone Like You”. Imagem: pinterest Naquele momento, toda a aparição de Adele já era um grande fenômeno, principalmente quando a cantora precisou se afastar da mídia devido a uma cirurgia em suas cordas vocais, o seu instrumento mais poderoso de trabalho. A cirurgia ocorreu da melhor forma possível e logo a cantora voltou aos spotlights para receber o Oscar pela canção tema do filme “007 – Operação Skyfall”, o primeiro para uma música da série. Depois disso, Adele dedicou um tempo para cuidar da família, enquanto os fãs ao redor do mundo esperavam ansiosamente por um novo álbum de inéditas. O principal questionamento era: do que Adele poderia reclamar? Com o sucesso de “21” baseado em um único relacionamento desastroso, mas que fez uma multidão de pessoas se identificarem com versos como “vou encontrar alguém como você” ou “atirei fogo na chuva”, como Adele poderia fisgar novamente esse público se tudo em sua vida corria tão bem? Se antes a cantora despretensiosa de “19” optava pela pura sinceridade, a cantora que estava prestes a lançar “25” teve que lidar agora com a pressão da própria indústria que queria fazer de seu próximo álbum um grande lançamento, assim como havia sido o anterior, que se tornou o disco mais vendido da década. Imagem: Karen Blue via Wikimedia Commons A vida aconteceu, e nasce “25” Em carta divulgada nas suas redes sociais, depois de meses em silêncio, Adele responsabiliza tanto a demora do novo álbum quanto a sua temática à própria vida. A maternidade, perdoar o passado e compreender o momento vivido por ela foram alguns dos temas que a cantora abordou neste disco recém-lançado e que já vem quebrando recordes, como o álbum mais vendido em apenas um final de semana e também o videoclipe mais visto em apenas 24 horas, da música “Hello”. A qualidade do álbum é algo inegável para muitas pessoas, mas algumas ainda contestam: ele é tão verdadeiro quanto os dois primeiros da carreira da britânica? A própria Adele assumiu que sua primeira tentativa de voltar aos holofotes foi descartada pela gravadora, pois saía...

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Um pouco mais sobre Cazuza
nov13

Um pouco mais sobre Cazuza

 Um pouco mais sobre Cazuza All Star homenageia cantor relançando a moda dos calçados usados por ele O cantor e compositor Cazuza é um dos maiores exemplos dos jovens roqueiros que fizeram sucesso nos anos 1980. Caju, como era chamado pelos amigos mais próximos, nasceu em 1958 e, segundo sua mãe, Lucinha Araújo, “não abriu espaço para mais ninguém”. Polêmico, romântico e conhecido por muitos como um poeta, ele mesmo afirmava ser da “tribo do abraço”, o que significa que precisava estar sempre rodeado de amigos para ser feliz. “Sozinho eu não dou conta”, ele dizia. Lucinha conta no livro “Só as mães são felizes” que ele costumava ser uma criança muito boa e introspectiva, mas quando cresceu o quadro se inverteu: aos 15 anos ele começou a ir para a rua e passar madrugadas nos bares do baixo do Leblon, no Rio de Janeiro, o que veio a inspirá-lo para compor diversas canções junto com a banda Barão Vermelho, como “Billy Negão” e “Ponto Fraco”. Seus ídolos, tanto da bossa nova, do samba e da MPB, como Noel Rosa e Cartola, quanto os músicos da contracultura norte-americana dos anos 1960, como Janis Joplin, foram responsáveis por influenciá-lo nas músicas e na vida social e política, tendo a letra de “Ideologia” como um dos principais exemplos. Polêmica De acordo com o jornalista e crítico de música Fernando Pereira, Cazuza, apesar de compor músicas românticas, “usava palavras ácidas para atingir o poder dominante, o status quo da sociedade” e suas letras eram “inteligentes, ácidas e contestatórias”. Além de “Burguesia” e “Brasil”, duas referências marcantes, uma das principais críticas feitas pelo cantor ocorreu durante um show. Insatisfeito com a situação política do país, ele cuspiu na bandeira do Brasil, provocando a fúria de diversas pessoas que estavam no poder. Composição Cazuza decidiu fazer parte de uma banda de rock ao ser convidado pelo amigo Leo Jayme para fazer um teste no Barão Vermelho. Foi a partir daí que suas composições começaram a fazer sucesso e nunca mais pararam. “Um dos grandes cantores da juventude continua sendo o Cazuza”, afirma a historiadora Gabriela Passarelli. Estilo Seu estilo livre e despojado, misturado com a sua vida exagerada, foi retratado em um novo vídeo elaborado pela Converse, marca do tênis All Star, um dos mais utilizados por Cazuza durante sua juventude. A homenagem não se baseou apenas em seus looks, mas também na canção “O Tempo Não Para” para incentivar os jovens de hoje a viver intensamente, como se cada dia fosse único, como o cantor fez durante toda a sua vida. Grande abraço! Press Office...

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Cinco festas musicais que valorizam o bom e velho som do vinil
maio07

Cinco festas musicais que valorizam o bom e velho som do vinil

 Cinco festas musicais que valorizam o bom e velho som do vinil Enquanto em diversas baladas convencionais reina a enérgica e dançante música eletrônica, digital, tocada por computadores dos mais modernos, ainda existe quem preze pelas raízes do bom e velho som encorpado e marcante dos discos na hora de animar a pista. Aliás, muitos artistas renomados voltaram a lançar seus novos álbuns no formato vinil, e as vitrolas foram repaginadas e se tornaram um item que une o estilo retrô e as funcionalidades modernas de qualquer player (conheça alguns dos mais novos modelos do mercado aqui). Confira cinco dicas de festas realizadas com muita dedicação e autenticidade, onde os bons e velhos discos de vinil giram enquanto o público se deleita com boa música. DeSkaReggae (Belo Horizonte) Desde agosto de 2002, o projeto DeSkaReggae, iniciado no antigo Sambatório Geral, conta com apresentações de bandas de reggae e discotecagem em vinil de música jamaicana. Hoje, os seletores residentes da festa, Leo Vidigal, Rafael Rosa (Ruffah), Pedro Varella e Yuga, continuam tocando a festa e ajudando a divulgar a música e a cultura da Jamaica na capital mineira. RoodBoss Soundsystem (Belo Horizonte) Os sound systems são sistemas de áudio instalados em locais públicos, promovendo a música ao alcance de todos. E é exatamente isso que o RoodBoss faz de melhor: desde 2008, a festa já ofereceu música gratuita e de qualidade a mais de 10.000 pessoas pelas praças de Belo Horizonte, trazendo seleções incríveis em vinil com todo o peso do early reggae, rocksteady e ska. Os eventos já contaram com convidados muito especiais, como King Stitt, o pioneiro DJ jamaicano, e o seletor Dexter Campbell, que possui a maior coleção de discos do gênero no mundo. Festa Mulheril (São Paulo) A festa concebida em 2014 foi batizada pela singela combinação das palavras mulher + vinil. Idealizada pela DJ Dani Pimenta e por sua parceira de produções e também DJ Dé Schuw, a festa que é organizada e realizada exclusivamente por mulheres traz periodicamente às pistas da capital paulista uma variedade de ritmos de todas as partes do mundo, principalmente brasileiros, afros, música jamaicana e brasilidades, conduzidos por colecionadoras de vários estilos. Ferro na Boneca (São Paulo) Desde 2013, Dé Schuw e Ju a.k.a Mineira tocam seus discos juntas. Pouco depois de iniciado o projeto Ferro na Boneca, com uma excelente discotecagem que abarca soul, reggae, funk, afrobeat, música popular brasileira, rap, samba e cumbia, Laylah juntou-se ao time, não só incorporando sua seleção de discos como também cantando. Old is Cool (São Paulo) O rocksteady, ritmo que estourou na década de 1960 na Jamaica é a paixão de Allan...

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