5 dicas para escolher uma carreira de sucesso
dez25

5 dicas para escolher uma carreira de sucesso

 5 dicas para escolher uma carreira de sucesso Existe uma ampla gama de cursos de graduação disponíveis para o estudante, e é comum que se tenha dúvidas sobre qual carreira escolher e em qual área do mercado atuar. Optar por uma profissão a seguir é algo que envolve uma série de fatores, é claro, mas algumas dicas simples podem ajudar o candidato a encontrar os melhores caminhos. Reunimos cinco dicas importantes para serem lembradas na hora de tomar a decisão certa. Confira! 1) A escolha é sua É comum que parentes e amigos deem opiniões, sugestões e conselhos sobre a carreira escolhida, mas tenha sempre em mente que a opção é única e exclusivamente sua. Você é quem seguirá nos estudos e na área que escolher, portanto não se deixe pressionar. Ouça os conselhos com atenção, absorva o que faz sentido para o seu momento, mas deixe as interferências de lado. 2) Sua profissão não precisa ser eterna Não é incomum ver diversos profissionais, após formados ou mesmo durante uma carreira já consolidada, decidirem mudar os rumos de suas vidas. Isso pode ocorrer por diversos fatores, desde optar por seguir um caminho que traga mais satisfação pessoal até mesmo por descobrir que esta não é a área certa. Se essa for a sua escolha, saiba que repensar o futuro não é nenhum problema. Imagem: reprodução pixabay.com 3) Teste e orientação vocacional podem ajudar muito O teste vocacional ajuda o estudante que está em dúvida sobre mais de um caminho a identificar a área que mais tem a ver com a sua personalidade e seus gostos. A orientação vocacional, etapa posterior ao resultado dos testes vocacionais, guia o aluno em momentos de escolha ou mudança de carreira, e é realizada por um psicólogo, seja individualmente ou em grupo. 4) Quais cursos de graduação têm a ver com você? Autoconhecimento é a chave para uma carreira de sucesso e que também alie satisfação pessoal. Se não sabe bem como identificar exatamente do que gosta, comece listando por exemplo as matérias que você mais gosta de estudar, além dos seus passatempos preferidos e assuntos de seu interesse. A partir daí, já é possível identificar se seu caminhos são as ciências exatas, humanas, biológicas, e ir se aprofundando e afunilando as possibilidades. 5) Saiba mais sobre a profissão que pretende seguir Saber como está a sua futura área de atuação é essencial. O mercado está favorável, estável ou saturado? Como atuar nele de maneira diferenciada? Quais são as empresas que mais contratam neste segmento? Conversar com profissionais atuantes na área também é essencial, pois estando inseridos no mercado eles podem certamente fornecer um...

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Licenciatura a distância é opção para quem deseja carreira na educação
dez24

Licenciatura a distância é opção para quem deseja carreira na educação

 Licenciatura a distância é opção para quem deseja carreira na educação Muitos se perguntam qual é a melhor opção: licenciatura ou bacharelado? A verdade é que ambas as formações cumprem com o objetivo de garantir uma boa formação para o profissional entrar no mercado de trabalho. A licenciatura, por sua vez, é ideal para os estudantes que desejam ter uma carreira na área da educação. Para atender a essa demanda, existem muitas instituições públicas e privadas que oferecem curso de nível superior à distância. Diferentemente do bacharelado, que prepara o profissional para atuar de forma ampla no mercado de trabalho, a licenciatura é voltada para quem quer dar aula para o Ensino Fundamental e Médio. O curso tem a mesma duração que os demais, a única diferença é que, a partir de um determinado momento, você é obrigado a escolher entre bacharelado ou licenciatura. No segundo caso, você terá aulas de psicologia, pedagogia e didática. Alguns dos cursos disponíveis na modalidade de licenciatura são geografia, matemática, educação física, história, música, ciências biológicas, filosofia, pedagogia, ciências naturais, física, letras e química. Além de poder trabalhar nas escolas, o profissional também pode ser um pesquisador na área de ensino. O ensino a distância é uma modalidade que oferece mais flexibilidade de tempo e de mobilidade para aqueles que não possuem muito tempo para frequentar fisicamente as aulas presenciais. O EaD ganha cada vez mais aderência no Brasil, sobretudo pelas pessoas que desejam um retorno rápido no mercado de trabalho, ainda mais com a crise econômica enfrentada pelo país. De acordo com o censo EaD/2016, lançado pela Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), o curso mais procurado é pedagogia, representando 25% de todas as matrículas totais. Uma das surpresas é o curso de educação física na sexta posição, com 3,5% de todas as matrículas. Os cursos de formação livre mais procurados em EaD são de nível tecnólogo, licenciatura e iniciação profissional, mostrando que os profissionais desejam se aperfeiçoar e se atualizar, além de progredir em suas respectivas carreiras. O censo também contabilizou 135.236 alunos matriculados em cursos de licenciatura e 32.957 cursando licenciatura com bacharelado. Grande abraço! Press Office...

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Como funciona a agência secreta brasileira?
dez20

Como funciona a agência secreta brasileira?

 Como funciona a agência secreta brasileira? Herança do serviço secreto do regime militar, a Abin hoje é um dos órgãos mais influentes do Estado brasileiro Agências de inteligência são conhecidas no mundo todo pelas menções em filmes e grandes investigações internacionais. Os Estados Unidos, por exemplo, possuem duas das mais famosas delas em atuação hoje: a Federal Bureau of Investigation (FBI), responsável pela inteligência interna, e a Central Intelligence Agency (CIA), que atua também no exterior. Há ainda a National Security Agency (NSA), que ficou famosa nos últimos anos pelos escândalos de espionagem do governo estadunidense a líderes mundiais escancarado pelo ex-analista da entidade, Edward Snowden, hoje exilado na Rússia. Além das estadunidenses, outras agências famosas no mundo são a MI-5 e a MI-6, que fornecem informações ao governo britânico, a Mossad, responsável pela inteligência de Israel, e a russa FSB, que herdou o aparato da conhecida KGB, cujo ápice aconteceu durante a Guerra Fria. Nos últimos anos, a agência chinesa MSS também se tornou respeitada internacionalmente pelo número de agentes: cerca de um milhão ativos pelo mundo — principalmente, pela Ásia. O Brasil, da mesma forma, possui sua agência de inteligência: a Abin, que pouco aparece na mídia. Recentemente, o nome da entidade voltou ao noticiário com a suspeita de que o governo de Michel Temer teria usado o órgão para vasculhar o passado do ministro-relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. A força técnica e as regras que controlam a agência, porém, não são comparáveis às grandes centrais de inteligência do planeta. Formada durante o governo do general Castelo Branco, em meados da década de 1960, durante o período militar, a agência era batizada de Serviço Nacional de Informações (SNI), um dos principais braços de apoio à repressão política que se estendeu durante aqueles anos. A legislação que a criou autorizava, entre outras coisas, o porte de armas de seus agentes e a abertura de agências regionais que antes sequer existiam. “O Brasil ganhou uma vigilância muito maior com a presença da SNI em todos os estados”, diz o professor de História do Brasil, Thiago Rocha. Dois presidentes militares saíram da SNI: o então coronel João Baptista Figueiredo, que comandou a agência, e o general Emílio Garrastazu Médici, que havia assumido a chefia do serviço em 1967. Coube ao órgão a tarefa de construir um banco de dados sobre os cidadãos brasileiros, vigiando e armazenando informações sobre parlamentares, estudantes, religiosos, intelectuais, líderes sindicais, além de outros indivíduos considerados “inimigos do regime”. Com a queda dos militares e a redemocratização, o presidente Fernando Collor de Mello tentou colocar a inteligência brasileira sob controle do...

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Os melhores cursos universitários para quem quer empreender
out25

Os melhores cursos universitários para quem quer empreender

 Os melhores cursos universitários para quem quer empreender Houve um tempo em que, para empreender, bastava vontade e dedicação. Aprendia-se na prática. Hoje, as coisas são um pouco diferentes. Há uma grande competição, uma legislação trabalhista e tributária a ser cumprida. Não há mais espaço para o “é errando que se aprende”. Por isso, o mercado oferece cursos voltados para o setor, mas eles costumam ser caros e curtos, insuficientes para a demanda. Separamos alguns cursos superiores que ajudam a empreender e também podem ser uma ótima alternativa para se recolocar no mercado. Administração Quem deseja abrir um negócio, precisa saber administrá-lo. Por isso, muitos empreendedores escolhem o curso que os ensinará a ser administradores de empresas. Durante os quatros anos do curso de administração, a grade reúne técnicas gerais sobre marketing, contabilidade, recursos humanos e finanças para que ninguém precise voar às cegas. Não é à toa que alguns negócios como franquias exijam esse tipo de formação de seus franqueados, por já saberem a capacidade deles em gerir bem a marca que detêm direito. Gestão financeira Como o próprio nome já deixa claro, os cursos de gestão preparam o profissional para lidar com os desafios diários de um negócio próprio. E como o dinheiro costuma ser o fator mais importante para uma empresa, saber como geri-lo é um grande passo adiante. Gestores bem qualificados têm mais capacidade de antever o mercado e agir conforme a necessidade. Processos gerenciais Se a gestão financeira ensina como lidar com o dinheiro, processos gerenciais focam mais no funcionamento do negócio em si. Após o curso, o empreendedor terá uma capacidade maior de entender os meandros de uma empresa e como melhorar a rotina sem, necessariamente, recorrer ao uso do dinheiro. Muitas vezes, a melhoria de processos evita justamente que mais gastos desnecessários sejam realizados. Comunicação / Marketing Dependendo do tipo de negócio, a comunicação com o cliente é fundamental. Se esse é o caso, os cursos de comunicação e marketing estão prontos para ensinar ao empreendedor as melhores formas de se mostrar para o cliente em potencial e maximizar as vendas. Há uma gama variada de opções nessa área e convém ao empreendedor estudar qual delas se encaixa melhor no negócio pretendido. Como podemos ver, um curso universitário nunca é perda de tempo. Os conhecimentos e as vivências adquiridos nunca devem ser ignorados e, por isso, vemos tantos profissionais investindo em novas formações, muitas vezes completamente diferentes das já obtidas anteriormente. Grande abraço! Press Office...

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“GIVE TRUTH A CHANCE”, UM ESPAÇO PARA A VERDADE
out17

“GIVE TRUTH A CHANCE”, UM ESPAÇO PARA A VERDADE

 “GIVE TRUTH A CHANCE”, UM ESPAÇO PARA A VERDADE Por Antônio de Oliveira Muita coisa a gente aprende nos livros, mas também vendo, ouvindo, cheirando, apalpando, repetindo, manipulando, sentindo, experimentando, vivenciando, digitando, pondo a mão na massa. Talvez seja o que, versejando, ensina Camões n’Os Lusíadas: “Não se aprende, Senhor, na fantasia, sonhando, imaginando ou estudando, senão vendo, tratando e pelejando”. Ou, na paródia de Millôr Fernandes: Ver primeiro. Depois conjeturar o que se vai fazer. Só então… pelejar. Sobretudo hoje em dia, era digital em que pesquisar é sinônimo de joeirar na internet. “Não se pode ensinar nada a um homem; só é possível ajudá-lo a encontrar a coisa dentro de si”, dirá Galileu Galilei. Ensinar é lembrar, conforme teoria de Platão e também de Sócrates: “scire est reminisci”. O conhecimento seria, pois, reminiscência, lembrança, cavoucar fundo e daí extrair o vero. De qualquer maneira, válida ou não a teoria, ensinar é lembrar aos outros que eles têm potencial para saber tanto quanto quem ensina, ou mais. Caso do discípulo que supera o mestre, indo além. Aristóteles foi incisivo: “Amicus Plato, amicus Socrates, sed magis amica veritas”. Amigo Platão, amigo Sócrates, mais amiga é a verdade. Oxalá os filhos superassem os pais; os alunos, os mestres. A palavra filósofo remonta a Pitágoras. Em vez de ser chamado de sábio, ele, grande matemático, preferia ser chamado de filósofo, “amigo da sabedoria”. Seus discípulos, no entanto, consideravam como última palavra tudo aquilo que ele ensinasse. Os homens que se julgam sábios são indecisos na hora de mandar e são rebeldes na hora de servir. No Brasil, é a vez dos sofistas, de crise para o pensamento objetivo. Políticos e autoridades sem convicções, ávidos de riqueza, de poder e glória, se esmeram em iludir a população com palavras ao vento. Enquanto isso, em Janaúba, uma professora morre devido ao socorro por ela prestado a crianças em meio a uma tragédia. O professor Antônio de Oliveira, cronista fascinante, é Mestre em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Licenciado em Letras e em Estudos Sociais pela Universidade de Itaúna; em Pedagogia e em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras de São João del Rei. Estágio Pedagógico na França. Contato: antonioliveira2011@live.com Imagem: sxc.hu...

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A necessidade de se investir em educação para os filhos
out17

A necessidade de se investir em educação para os filhos

 A necessidade de se investir em educação para os filhos Cada vez mais, pais priorizam ensino de qualidade para a entrada dos filhos no nível superior O Brasil é um dos países que menos gastam com a educação do ensino fundamental e médio, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). As despesas, por outro lado, com o ensino superior se assemelham às de países europeus. Os números refletem a necessidade da preocupação com o ensino básico de qualidade no país. A pesquisa “Um Olhar sobre a Educação”, da OCDE, avaliou o estudo de 35 países, como Brasil, Argentina, China e África do Sul. O Brasil gasta anualmente cerca de US$ 3,8 mil (R$ 11,7 mil) por aluno do primeiro ciclo do ensino fundamental (até a quinta série). Por outro lado, o gasto com os universitários chega a US$ 11,7 mil (R$ 36 mil), mais do que o triplo dos gastos com o ensino fundamental e médio. A maioria da população ainda não consegue chegar na faculdade. De acordo com o IBGE, apenas cerca de 15% da população adulta tem ensino superior no país. Segundo o Censo 2010, quase metade da população adulta, de 25 anos ou mais, não completou o curso fundamental. Nas áreas rurais, este número é ainda maior, representando 79,6% da população. O percentual total representa 54,5 milhões de brasileiros que não terminaram o ensino básico da educação, tão necessário para a melhoria das condições de vida no país. Investir em educação básica é um dos caminhos para garantir uma melhoria do ensino superior. De acordo com um estudo global do banco HSBC, 79% dos pais brasileiros apostam que pagar pela educação é o melhor investimento que podem fazer pela próxima geração. Depois do Brasil, a China fica em segundo lugar no grau de importância, com 77% de país que acreditam na necessidade de investimento na educação; em terceiro lugar vem a Turquia e a Indonésia (ambas com 75%). Um dos motivos da importância de investimento em educação pode ser exemplificada pela própria visão em cima do sistema educacional brasileiro. A educação de qualidade no país, de acordo com o levantamento, tornou-se sinônimo do ensino privado. Cerca de 66% dos entrevistados brasileiros acreditam que a escola particular é melhor do que a pública. Diante disto, cada vez mais pais procuram complementar a grade educacional dos filhos com outras atividades extra-curriculares, assim como preferências pelos sistemas educacionais que possam oferecer maior qualidade de ensino. Escolas com sistema integral de ensino, ocupando dois períodos e com diversas atividades escolares e assim como cursinhos preparatórios são cada vez mais opções selecionadas para a melhoria da capacidade educacional...

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