Os melhores cursos universitários para quem quer empreender
out25

Os melhores cursos universitários para quem quer empreender

 Os melhores cursos universitários para quem quer empreender Houve um tempo em que, para empreender, bastava vontade e dedicação. Aprendia-se na prática. Hoje, as coisas são um pouco diferentes. Há uma grande competição, uma legislação trabalhista e tributária a ser cumprida. Não há mais espaço para o “é errando que se aprende”. Por isso, o mercado oferece cursos voltados para o setor, mas eles costumam ser caros e curtos, insuficientes para a demanda. Separamos alguns cursos superiores que ajudam a empreender e também podem ser uma ótima alternativa para se recolocar no mercado. Administração Quem deseja abrir um negócio, precisa saber administrá-lo. Por isso, muitos empreendedores escolhem o curso que os ensinará a ser administradores de empresas. Durante os quatros anos do curso de administração, a grade reúne técnicas gerais sobre marketing, contabilidade, recursos humanos e finanças para que ninguém precise voar às cegas. Não é à toa que alguns negócios como franquias exijam esse tipo de formação de seus franqueados, por já saberem a capacidade deles em gerir bem a marca que detêm direito. Gestão financeira Como o próprio nome já deixa claro, os cursos de gestão preparam o profissional para lidar com os desafios diários de um negócio próprio. E como o dinheiro costuma ser o fator mais importante para uma empresa, saber como geri-lo é um grande passo adiante. Gestores bem qualificados têm mais capacidade de antever o mercado e agir conforme a necessidade. Processos gerenciais Se a gestão financeira ensina como lidar com o dinheiro, processos gerenciais focam mais no funcionamento do negócio em si. Após o curso, o empreendedor terá uma capacidade maior de entender os meandros de uma empresa e como melhorar a rotina sem, necessariamente, recorrer ao uso do dinheiro. Muitas vezes, a melhoria de processos evita justamente que mais gastos desnecessários sejam realizados. Comunicação / Marketing Dependendo do tipo de negócio, a comunicação com o cliente é fundamental. Se esse é o caso, os cursos de comunicação e marketing estão prontos para ensinar ao empreendedor as melhores formas de se mostrar para o cliente em potencial e maximizar as vendas. Há uma gama variada de opções nessa área e convém ao empreendedor estudar qual delas se encaixa melhor no negócio pretendido. Como podemos ver, um curso universitário nunca é perda de tempo. Os conhecimentos e as vivências adquiridos nunca devem ser ignorados e, por isso, vemos tantos profissionais investindo em novas formações, muitas vezes completamente diferentes das já obtidas anteriormente. Grande abraço! Press Office...

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“GIVE TRUTH A CHANCE”, UM ESPAÇO PARA A VERDADE
out17

“GIVE TRUTH A CHANCE”, UM ESPAÇO PARA A VERDADE

 “GIVE TRUTH A CHANCE”, UM ESPAÇO PARA A VERDADE Por Antônio de Oliveira Muita coisa a gente aprende nos livros, mas também vendo, ouvindo, cheirando, apalpando, repetindo, manipulando, sentindo, experimentando, vivenciando, digitando, pondo a mão na massa. Talvez seja o que, versejando, ensina Camões n’Os Lusíadas: “Não se aprende, Senhor, na fantasia, sonhando, imaginando ou estudando, senão vendo, tratando e pelejando”. Ou, na paródia de Millôr Fernandes: Ver primeiro. Depois conjeturar o que se vai fazer. Só então… pelejar. Sobretudo hoje em dia, era digital em que pesquisar é sinônimo de joeirar na internet. “Não se pode ensinar nada a um homem; só é possível ajudá-lo a encontrar a coisa dentro de si”, dirá Galileu Galilei. Ensinar é lembrar, conforme teoria de Platão e também de Sócrates: “scire est reminisci”. O conhecimento seria, pois, reminiscência, lembrança, cavoucar fundo e daí extrair o vero. De qualquer maneira, válida ou não a teoria, ensinar é lembrar aos outros que eles têm potencial para saber tanto quanto quem ensina, ou mais. Caso do discípulo que supera o mestre, indo além. Aristóteles foi incisivo: “Amicus Plato, amicus Socrates, sed magis amica veritas”. Amigo Platão, amigo Sócrates, mais amiga é a verdade. Oxalá os filhos superassem os pais; os alunos, os mestres. A palavra filósofo remonta a Pitágoras. Em vez de ser chamado de sábio, ele, grande matemático, preferia ser chamado de filósofo, “amigo da sabedoria”. Seus discípulos, no entanto, consideravam como última palavra tudo aquilo que ele ensinasse. Os homens que se julgam sábios são indecisos na hora de mandar e são rebeldes na hora de servir. No Brasil, é a vez dos sofistas, de crise para o pensamento objetivo. Políticos e autoridades sem convicções, ávidos de riqueza, de poder e glória, se esmeram em iludir a população com palavras ao vento. Enquanto isso, em Janaúba, uma professora morre devido ao socorro por ela prestado a crianças em meio a uma tragédia. O professor Antônio de Oliveira, cronista fascinante, é Mestre em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Licenciado em Letras e em Estudos Sociais pela Universidade de Itaúna; em Pedagogia e em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras de São João del Rei. Estágio Pedagógico na França. Contato: antonioliveira2011@live.com Imagem: sxc.hu...

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A necessidade de se investir em educação para os filhos
out17

A necessidade de se investir em educação para os filhos

 A necessidade de se investir em educação para os filhos Cada vez mais, pais priorizam ensino de qualidade para a entrada dos filhos no nível superior O Brasil é um dos países que menos gastam com a educação do ensino fundamental e médio, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). As despesas, por outro lado, com o ensino superior se assemelham às de países europeus. Os números refletem a necessidade da preocupação com o ensino básico de qualidade no país. A pesquisa “Um Olhar sobre a Educação”, da OCDE, avaliou o estudo de 35 países, como Brasil, Argentina, China e África do Sul. O Brasil gasta anualmente cerca de US$ 3,8 mil (R$ 11,7 mil) por aluno do primeiro ciclo do ensino fundamental (até a quinta série). Por outro lado, o gasto com os universitários chega a US$ 11,7 mil (R$ 36 mil), mais do que o triplo dos gastos com o ensino fundamental e médio. A maioria da população ainda não consegue chegar na faculdade. De acordo com o IBGE, apenas cerca de 15% da população adulta tem ensino superior no país. Segundo o Censo 2010, quase metade da população adulta, de 25 anos ou mais, não completou o curso fundamental. Nas áreas rurais, este número é ainda maior, representando 79,6% da população. O percentual total representa 54,5 milhões de brasileiros que não terminaram o ensino básico da educação, tão necessário para a melhoria das condições de vida no país. Investir em educação básica é um dos caminhos para garantir uma melhoria do ensino superior. De acordo com um estudo global do banco HSBC, 79% dos pais brasileiros apostam que pagar pela educação é o melhor investimento que podem fazer pela próxima geração. Depois do Brasil, a China fica em segundo lugar no grau de importância, com 77% de país que acreditam na necessidade de investimento na educação; em terceiro lugar vem a Turquia e a Indonésia (ambas com 75%). Um dos motivos da importância de investimento em educação pode ser exemplificada pela própria visão em cima do sistema educacional brasileiro. A educação de qualidade no país, de acordo com o levantamento, tornou-se sinônimo do ensino privado. Cerca de 66% dos entrevistados brasileiros acreditam que a escola particular é melhor do que a pública. Diante disto, cada vez mais pais procuram complementar a grade educacional dos filhos com outras atividades extra-curriculares, assim como preferências pelos sistemas educacionais que possam oferecer maior qualidade de ensino. Escolas com sistema integral de ensino, ocupando dois períodos e com diversas atividades escolares e assim como cursinhos preparatórios são cada vez mais opções selecionadas para a melhoria da capacidade educacional...

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Incorporação ganha destaque entre empresas: entenda o porquê
out06

Incorporação ganha destaque entre empresas: entenda o porquê

 Incorporação ganha destaque entre empresas: entenda o porquê  Incorporações englobam empresas, reúnem ideias e trazem vantagens comerciais Com a criação de empresas e a diversificação da participação no mercado, as parcerias empresariais estão ganhando destaque. O objetivo é poder se destacar em meio ao mercado, somando aliados, valores e perspectivas de negócio. Desta forma, a incorporação traz perspectivas de alianças, e é um dos meios de agregar e expandir o patrimônio, tanto para a empresa incorporada como para a que incorpora. A incorporação de uma empresa acontece quando esta é absorvida por outra corporação. Deste modo, a pessoa jurídica da empresa incorporada se extingue, e então, transfere direitos e obrigações para aquela que a incorpora. A natureza jurídica permanece inalterada; o que acontece é apenas uma alteração de contrato para a comunicação do aumento de patrimônio, passado integralmente de uma empresa para a outra. A ideia surge diante da necessidade de tomar posição de frente ao mercado de trabalho, aliando-se à concorrência e expandindo o controle de mercado atual. Além disso, a concentração de pessoas capacitadas e de tecnologias também funciona como combustível para o sucesso das incorporações, expandindo o nível de eficiência e de possibilidade lucrativa de uma corporação. Um exemplo de incorporação brasileira foi a de uma rede de bancos de São Paulo, Nossa Caixa, pelo Banco do Brasil. A operação só foi realizada após a aprovação do Banco Central, que avaliou os possíveis danos para a concorrência em relação à união. Ou seja, diante da mediação, a incorporação pode ocorrer sem grandes ressalvas. A incorporação é o instrumento mais usual para a aquisição do controle acionário de uma empresa pela sua capacidade de somar esforços e potências de ambas equipes. A consolidação do mercado é uma aposta que as empresas procuram investir ao se incorporarem, e diante disto, do aumento da perspectiva de lucro. Para fazer a incorporação, é necessário consultar a situação jurídica, financeira e contábil da empresa a ser incorporada, assim como análise dos riscos para ter a certeza da qualidade gestacional a ser apreendida. A capacidade de gerar resultados, a participação no mercado e as tecnologias apreendidas são pontos importantes de serem levantados a fim de realizar incorporações em sua nova fase. Diferente de uma simples compra e controle acionário, a incorporação acontece com a compra da empresa, e desta forma, o incorporador assume o comando da empresa incorporada. Em relação aos funcionários, as questões trabalhistas são incorporadas sucessivamente à empresa incorporadora, sem necessidade de outro contrato ou mudança na carteira de trabalho. O vínculo empregatício continua o mesmo, tendo apenas uma correção da pessoa jurídica no contrato e uma retificação no registro...

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Estágio no ensino técnico é um caminho promissor para entrar no mercado de trabalho
set11

Estágio no ensino técnico é um caminho promissor para entrar no mercado de trabalho

 Estágio no ensino técnico é um caminho promissor para entrar no mercado de trabalho Com média salarial maior que R$760, cursos técnicos auxiliam na renda de estudantes Uma das características que mais pesam na hora de escolher o futuro profissional é a possibilidade de conseguir um emprego rapidamente, seja ele fixo ou um estágio. Com a Lei do Estágio (A Lei n° 11.788/2008), essa modalidade empregatícia ficou regulamentada, estabelecendo regras como recesso remunerado, limite de trabalho de seis horas por dia e auxílio transporte. Mas ainda existe muita dúvida sobre a possibilidade de estagiar quando a opção de estudo são os cursos técnicos. No nível técnico, as regras são as mesmas do nível superior. A razão é que as duas modalidades fazem do estágio uma parte do projeto pedagógico, ajudando o estudante a colocar em prática a teoria enquanto garante seu futuro profissional por meio dos estudos. Para facilitar na intermediação entre o curso técnico e o mercado de trabalho, o estudante pode realizar um cadastro em entidades que são especializadas nessa modalidade de encaminhamento, como o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), que estabelece essa conciliação por região. Esse registro é útil para estudantes dos níveis médio, técnico e superior. E a inscrição não é burocrática. Basta o interessado manter sempre o cadastro atualizado. Mercado de trabalho De acordo com dados da Associação Brasileira de Estágios (Abres), o número de estagiários no Brasil chegou a 1 milhão em 2015, sendo 260 mil com ensino médio completo ou ensino técnico completo e 740 mil, do nível superior. Segundo a associação, esse dado mostra que 2,7% dos alunos estão matriculados no ensino médio ou técnico. O salário médio de um estagiário ficou em R$ 965 em 2016. Para quem está no ensino médio, R$ 606; no médio técnico, R$ 762; no superior, R$ 1,1 mil; e no superior tecnológico, R$ 998. Principais pontos da Lei do Estágio: As contratações de estagiários não são regidas pela CLT, desta forma, não incidem encargos sociais. A formalização do contrato é feita pelo Termo de Compromisso de Estágio, e não na Carteira de Trabalho. A duração do estágio na mesma empresa não pode passar de dois anos, a não ser que o estagiário seja portador de deficiência. A jornada de trabalho não pode ultrapassar seis horas diárias ou trinta semanais em todas as modalidades. Desde o ensino médio regular, especial, educação profissional, técnica ou ensino superior. E ainda o estagiário pode diminuir sua carga horária em 50% durante o período de provas, com a justificativa para se preparar. Mas pra isso esse termo deve estar estabelecido no Termo de Compromisso de Estágio e estar de acordo...

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“BOOKS FOR A CHANGE”
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“BOOKS FOR A CHANGE”

 “BOOKS FOR A CHANGE” Por Antônio de Oliveira Beatriz, nossa neta, mora nos Estados Unidos. Há poucos anos ela veio ao Brasil e, em Campinas, na companhia da avó materna foi a uma creche levando presentes de aniversário que o irmãozinho havia ganhado. Acostumada em San Diego a devorar livros, percebeu que a creche não dispunha de livros infantis para elas folhearem e ouvirem histórias lidas ou contadas pelas professoras. Daí surgiu a ideia de se criar uma organização não governamental, www.booksforachange.org, com o fim de doar livros a escolas, creches e clínicas infantis carentes. “Livros para uma transformação” se destina, então, a proporcionar a crianças carentes entretenimento e gosto pela leitura. Projeto genial, fantástico, uma maneira correta de ajudar crianças nessa idade. Através dessa ONG, que vive de doações, Bia e seus colaboradores adquirem livros e repassam uma média de 40 livros infantis, e uma estante baixinha, própria para os baixinhos, em cada instituição. Vale a pena conhecer esse projeto, descrito em detalhes na web. Quem, representando a instituição, estiver interessado em receber essa doação, que não tem absolutamente caráter eleitoreiro nem se caracteriza como um “pacote de bondade”, consulte o site e faça contato. É um trabalho sério, promocional, e de grande alcance, que merece ser acolhido, abraçado e incentivado. Estamos orgulhosos de nossa neta, felizes com a sua iniciativa e por levar à prática, por meio de providências concretas, um projeto de amplitude internacional. A prefeitura de Sertãozinho, no estado de S. Paulo, por exemplo, acaba de firmar parceria com Beatriz, nome que significa aquela que faz os outros felizes. Junte-se a nós! As boas causas visando ao bem merecem ser apoiadas. Esse é um trabalho extraordinário: o livro é alimento da mente. Com gravuras então… A criançada adora! O professor Antônio de Oliveira, cronista fascinante, é Mestre em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Licenciado em Letras e em Estudos Sociais pela Universidade de Itaúna; em Pedagogia e em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras de São João del Rei. Estágio Pedagógico na França. Contato: antonioliveira2011@live.com Imagem: sxc.hu...

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