Estágio no ensino técnico é um caminho promissor para entrar no mercado de trabalho
set11

Estágio no ensino técnico é um caminho promissor para entrar no mercado de trabalho

 Estágio no ensino técnico é um caminho promissor para entrar no mercado de trabalho Com média salarial maior que R$760, cursos técnicos auxiliam na renda de estudantes Uma das características que mais pesam na hora de escolher o futuro profissional é a possibilidade de conseguir um emprego rapidamente, seja ele fixo ou um estágio. Com a Lei do Estágio (A Lei n° 11.788/2008), essa modalidade empregatícia ficou regulamentada, estabelecendo regras como recesso remunerado, limite de trabalho de seis horas por dia e auxílio transporte. Mas ainda existe muita dúvida sobre a possibilidade de estagiar quando a opção de estudo são os cursos técnicos. No nível técnico, as regras são as mesmas do nível superior. A razão é que as duas modalidades fazem do estágio uma parte do projeto pedagógico, ajudando o estudante a colocar em prática a teoria enquanto garante seu futuro profissional por meio dos estudos. Para facilitar na intermediação entre o curso técnico e o mercado de trabalho, o estudante pode realizar um cadastro em entidades que são especializadas nessa modalidade de encaminhamento, como o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), que estabelece essa conciliação por região. Esse registro é útil para estudantes dos níveis médio, técnico e superior. E a inscrição não é burocrática. Basta o interessado manter sempre o cadastro atualizado. Mercado de trabalho De acordo com dados da Associação Brasileira de Estágios (Abres), o número de estagiários no Brasil chegou a 1 milhão em 2015, sendo 260 mil com ensino médio completo ou ensino técnico completo e 740 mil, do nível superior. Segundo a associação, esse dado mostra que 2,7% dos alunos estão matriculados no ensino médio ou técnico. O salário médio de um estagiário ficou em R$ 965 em 2016. Para quem está no ensino médio, R$ 606; no médio técnico, R$ 762; no superior, R$ 1,1 mil; e no superior tecnológico, R$ 998. Principais pontos da Lei do Estágio: As contratações de estagiários não são regidas pela CLT, desta forma, não incidem encargos sociais. A formalização do contrato é feita pelo Termo de Compromisso de Estágio, e não na Carteira de Trabalho. A duração do estágio na mesma empresa não pode passar de dois anos, a não ser que o estagiário seja portador de deficiência. A jornada de trabalho não pode ultrapassar seis horas diárias ou trinta semanais em todas as modalidades. Desde o ensino médio regular, especial, educação profissional, técnica ou ensino superior. E ainda o estagiário pode diminuir sua carga horária em 50% durante o período de provas, com a justificativa para se preparar. Mas pra isso esse termo deve estar estabelecido no Termo de Compromisso de Estágio e estar de acordo...

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“BOOKS FOR A CHANGE”
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“BOOKS FOR A CHANGE”

 “BOOKS FOR A CHANGE” Por Antônio de Oliveira Beatriz, nossa neta, mora nos Estados Unidos. Há poucos anos ela veio ao Brasil e, em Campinas, na companhia da avó materna foi a uma creche levando presentes de aniversário que o irmãozinho havia ganhado. Acostumada em San Diego a devorar livros, percebeu que a creche não dispunha de livros infantis para elas folhearem e ouvirem histórias lidas ou contadas pelas professoras. Daí surgiu a ideia de se criar uma organização não governamental, www.booksforachange.org, com o fim de doar livros a escolas, creches e clínicas infantis carentes. “Livros para uma transformação” se destina, então, a proporcionar a crianças carentes entretenimento e gosto pela leitura. Projeto genial, fantástico, uma maneira correta de ajudar crianças nessa idade. Através dessa ONG, que vive de doações, Bia e seus colaboradores adquirem livros e repassam uma média de 40 livros infantis, e uma estante baixinha, própria para os baixinhos, em cada instituição. Vale a pena conhecer esse projeto, descrito em detalhes na web. Quem, representando a instituição, estiver interessado em receber essa doação, que não tem absolutamente caráter eleitoreiro nem se caracteriza como um “pacote de bondade”, consulte o site e faça contato. É um trabalho sério, promocional, e de grande alcance, que merece ser acolhido, abraçado e incentivado. Estamos orgulhosos de nossa neta, felizes com a sua iniciativa e por levar à prática, por meio de providências concretas, um projeto de amplitude internacional. A prefeitura de Sertãozinho, no estado de S. Paulo, por exemplo, acaba de firmar parceria com Beatriz, nome que significa aquela que faz os outros felizes. Junte-se a nós! As boas causas visando ao bem merecem ser apoiadas. Esse é um trabalho extraordinário: o livro é alimento da mente. Com gravuras então… A criançada adora! O professor Antônio de Oliveira, cronista fascinante, é Mestre em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Licenciado em Letras e em Estudos Sociais pela Universidade de Itaúna; em Pedagogia e em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras de São João del Rei. Estágio Pedagógico na França. Contato: antonioliveira2011@live.com Imagem: sxc.hu...

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HIPOCRISIA: EXPRESSÃO MÁXIMA DA VAIDADE
ago27

HIPOCRISIA: EXPRESSÃO MÁXIMA DA VAIDADE

 HIPOCRISIA: EXPRESSÃO MÁXIMA DA VAIDADE Sou de um tempo em que as adversidades da vida fortaleciam o corpo e o espírito. Resistir à dor nos tornava bravos, reconhecer sua própria fraqueza nos tornava sábios, desdenhar das calúnias nos tornava serenos e reconhecer a finitude da vida nos tornava resilientes. Hoje, qualquer dor é logo seguida de um analgésico da moda, a tristeza é medicada com antidepressivos, as crianças mais levadas e irrequietas ganham logo uma droga imbecilizante e as verdades, ditas sem rodeios, viraram crimes previstos no código penal. Hipócrita é uma transcrição do vocábulo grego “ypokritís” (υποκριτής). Os atores gregos usavam máscaras de acordo com o papel que representavam numa peça teatral. É daí que o termo hipócrita designa alguém que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Hipocrisia) Estava eu na Faísca, a feira de produtos gráficos de Belo Horizonte, expondo os livros de minha editora, quando fui abordada por uma pesquisadora. Prontamente consenti em lhe dar as respostas ao questionário que tinha em mãos. A terceira pergunta que ela me fez foi em relação à idade, mas ao invés de ir direto ao ponto, começou a ler as alternativas: menos de 18, 18 a 29… Eu a interrompi lhe dizendo que tinha 57 anos. É claro que as faixas etárias do questionário são para facilitar a consolidação dos dados, mas para encurtar o assunto, poderia ter me perguntado a idade, mas as brasileiras ficam ofendidíssimas com essa clássica pergunta, como se envelhecer fosse algo vergonhoso ou até criminoso. Brasileira não envelhece, fica loura com o passar do tempo. Meus cabelos estão naturalmente grisalhos e sou constantemente criticada por isso, como se pintar os cabelos fosse reduzir minha real idade. A pergunta seguinte foi ainda mais divertida: “qual raça/etnia melhor descreve sua ascendência”. As opções foram bem interessantes: branco, negro, pardo, indígena, asiático, outro. Até onde me ensinaram, as três primeiras opções são cores. Fiquei até surpresa pelo uso da palavra negro e não afrodescendente. Indígena e asiático, obviamente, não são cores, nem raça nem etnia. Ora, quando criança, os termos eram branco, preto, vermelho e amarelo. Apenas cores. Atribuir a elas o peso do preconceito, da xenofobia, da intolerância, da discriminação é como se retirássemos a responsabilidade das pessoas por tais atos. Alguém que agride outros de cor de pele diferente da sua, não o faz por causa da cor propriamente, e sim por que ela é xenófoba, racista, preconceituosa. Ninguém deixa de ser xenófobo por que não usou essa ou aquela palavra “socialmente aceita”. Não são as cores as responsáveis pela agressividade e intolerância das pessoas, mas as próprias pessoas, com sua vaidade,...

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Na contramão da crise, e-commerce cresce no Brasil
ago24

Na contramão da crise, e-commerce cresce no Brasil

 Na contramão da crise, e-commerce cresce no Brasil Setor faturou mais de R$53 bilhões em 2016 e projeção para 2017 continua positiva O comércio on-line vai contra a maré da crise e mostra resultados positivos em 2017. É o que mostram dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com informações da instituição, o país conta com 71 mil lojas que faturaram R$53,4 bilhões em 2016. Um aumento de 11% em relação a 2015. A projeção é alcançar cerca de R$ 60 bilhões em 2017. Analisando o perfil do seu negócio, um e-commerce que representa uma loja física, uma loja exclusivamente digital ou uma página para ter uma renda extra, o fundamental é saber qual é a melhor hospedagem de sites. Afinal, vários fatores são relevantes na escolha. Segurança, capacidade de tráfego, preço mensal, plataformas digitais e facilidade de manuseio são características essenciais para evitar dor de cabeça e garantir a satisfação do cliente. O capital para investir nessa modalidade de negócio não é muito alto e a hospedagem pode ser um inconveniente se não oferecer um bom custo benefício. E é preciso pensar além. Opções de pagamento com as mais diversas bandeiras de cartões, pagamento seguro, geração de boleto e mobilidade fazem do e-commerce uma ferramenta útil para quem não quer perder tempo em uma loja física e busca receber o produto em casa. Pensando nisso, o empreendimento deve contar com a plataforma que agrade seu bolso e a navegação de quem procura seus produtos, entrando aí a visibilidade e alcance da sua página na internet. Prevenção Para prevenir ataques e garantir a segurança, são necessários três pilares da segurança da informação: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Isso e as rotinas internas de manutenção e segurança para proteger dados dos clientes e da empresa. É fundamental que haja monitoramento constante para diminuir riscos. Afinal, o que garante o sucesso de um empreendimento na internet é a reputação. Certificados de segurança auxiliam a evitar compras fraudulentas. É bom pensar na segurança do site e da loja, além do cliente. Todas essas características precisam ser pensadas de início para consolidar o e-commerce, e o primeiro passo é escolher a melhor hospedagem de sites. Por Jacqueline Gonçalo Jornalista pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Press Office Imagem: sxc.hu...

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O setor de gestão de pessoas se inovou com o passar dos anos
ago15

O setor de gestão de pessoas se inovou com o passar dos anos

 O setor de gestão de pessoas se inovou com o passar dos anos A gestão de pessoas, também conhecida como setor de Relações Humanas (RH), é um assunto que interessa diretamente as organizações, pois é por meio dela que se dá o desempenho e resultado dos trabalhos feitos dentro das empresas. Por isso é importante saber das novas informações e tendências da área. A maneira de como lidar com os funcionários inova a cada ano, devido às mudanças econômicas da empresa e do mercado. Estudos feitos pela Future of Work, realizado pela Automatic Data Processing (ADP) e pelo site Glassdoor, apontam as tendências para 2017 no setor de gestão de pessoas, que inclui a mobilidade no trabalho. Atualmente é comum o trabalho home-office, que permite que que os colaboradores trabalhem no conforto do lar, ou de onde estiverem. As empresas estão contratando cada vez mais profissionais nesse perfil, principalmente freelancers, sem vínculo empregatício institucionais. A autogestão ganha força no mercado este ano, isso porque as estruturas hierárquicas dentro das empresas tem diminuído, mas esse aumento do protagonismo profissional exige trabalhadores cada vez mais qualificados para diversos tipos de tarefas. Isso em conjunto com a contratação por propósito, onde o colaborador não ocupa mais um cargo e sim uma ação. Planejamento de carreira na forma horizontal Até pouco tempo, para crescer dentro de uma empresa, o profissional deveria atingir um determinado nível de conhecimento e experiência e escolher entre a carreira gerencial ou a técnica. Atualmente as empresas são mais complexas e os colaboradores mais pluridisciplinares, assim surgiu a carreira “W”, que dá ao trabalhador uma nova opção de carreira, a de gestor de projetos. A rotação de serviços, conhecida também como “Job Rotation”, é a tendência que permite que os profissionais possam se movimentar dentro da empresa, aprendendo várias atividades e funções, assim ampliando o conhecimento sobre os processos de dentro da empresa, diferentes da área de atuação da própria carreira. E preciso de adaptar as mudanças do mercado, e para que a empresa continue se destacando no mercado é necessário colocar em prática essas tendências do ramo. O mercado está evoluindo cada vez mais, a medida que os profissionais evoluem, seguir o caminho do sucesso deve ser o foco de toda empresa. Por Jacqueline Gonçalo Jornalista pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Press Office Imagem: sxc.hu  ...

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O que um administrador público faz? Saiba mais sobre essa carreira
jul27

O que um administrador público faz? Saiba mais sobre essa carreira

 O que um administrador público faz? Saiba mais sobre essa carreira O curso de administração carrega o estigma de ser uma das graduações mais fáceis ou a que as pessoas escolhem quando não sabem que profissão seguir. Os números não mentem, segundo o Censo da Educação Superior divulgado em maio pelo Ministério da Educação (MEC), o curso de administração está em primeiro lugar nas escolhas dos brasileiros, representando 11,9% das matrículas. E nos dias de hoje onde as pessoas vão para pesquisar sobre o curso que pretendem fazer? Para a internet, é claro. E como lá é um ambiente guiado por números, não é difícil descobrir qual o assunto mais procurado. E a administração dispara na frente mais uma vez, segundo o Google Trends, uma ferramenta que mostra o volume de buscas de determinada palavra, o termo ‘administração pública’ ocupa o segundo lugar no ranking dos termos relacionados a administração mais procurados dentro do site de buscas. Este segmento está diretamente ligado com a administração em si, pois no curso são ensinadas técnicas que devem ser aplicadas de acordo com a empresa onde a pessoa atua. É o que explica Paulo do Valle, ex conselheiro do CRA/MS e professor da Universidade Católica Dom Bosco, “O curso têm por vocação, formar profissionais que, em tese, podem atuar em diversas áreas do conhecimento com foco na gestão. Quando um profissional é contratado por uma empresa, o mesmo deve adaptar suas habilidades conceituais a necessidade da empresa, pois teve a oportunidade de conhecer áreas de gestão na formação” diz. O principal campo de trabalho de um administrador público são os órgãos federais, municipais ou estaduais, ministérios, secretarias e concessionários de serviços públicos. Atuando em áreas como saúde, educação, habitação, cultura e assistência social. Dentro dessas áreas, o profissional pode atuar de diversas maneiras, tais como: Consultoria pública: Planeja ações institucionais que podem reduzir os custos administrativos, ampliando assim a abrangência e os benefícios das políticas públicas. Empresas de terceiro setor: São aquelas sem fins lucrativos onde, o administrador público, pode implementar programas e projetos, além de planejar licitações públicas e intermediar o contato entre a empresa de terceiro setor e o Estado. Empresas privadas: Nelas o administrador atua na prestação de serviço para órgãos governamentais, realizando atividades que integram a iniciativa privada e o poder público, em projetos de gestão ou programas de responsabilidade social. Gestão de políticas públicas: Estabelece diretrizes para programas e encaminha para os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, soluções para problemas sociais nas áreas de educação, saúde, assistência social, etc. Política: Pode ser assessor de deputados estaduais e federais, senadores, vereadores, prefeitos e governadores, atuando em gabinetes oficiais...

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