Desmistificando o ovo
mar19

Desmistificando o ovo

 Desmistificando o ovo Saiba mais sobre esse alimento que gera tanta polêmica  Hoje em dia, parece que está ficando cada vez mais difícil se alimentar. Ligamos a TV e lá estão especialistas falando que determinado alimento é um vilão. Mas, na semana seguinte, descobrimos que não é bem assim. Uma das grandes vítimas desse vai e vem é o ovo. O alimento rico em vitaminas e bastante nutritivo já foi considerado um grande inimigo do coração, associado erroneamente aos altos índices de colesterol ruim. Na gema, por exemplo, concentra-se uma grande quantidade de substâncias importantes para o organismo humano, como ferro, vitamina B e ácido fólico. Outro mito sobre o ovo é que ele engorda. Na verdade, a gema do ovo contém uma substância chamada colina, que não só acelera o metabolismo, mas também ajuda a emagrecer. A clara, por outro lado, também tem seus atrativos. Ela é muito rica em uma proteína chamada albumina, responsável pela formação e reparação dos músculos. Essa proteína é absorvida rapidamente pelo organismo. Nas academias Você já deve ter ouvido falar que o consumo de ovos entre atletas e pessoas que fazem musculação vem crescendo bastante nos últimos anos. Isso acontece porque eles descobriram que esse alimento natural, fácil de encontrar e, ainda barato, pode ser um grande auxiliador nas tarefas de emagrecimento ou ganho de músculos. No entanto, as dúvidas sobre o consumo do ovo começam a aparecer quando o assunto é quantidade e periodicidade com que eles devem ser consumidos para se conseguir os efeitos desejados. Não é incomum ouvir falar de pessoas que consomem até 10 ovos no café da manhã, além de ingerirem quantidade semelhante em outras refeições. O problema para quem consome ovo em larga escala durante o dia é que a maior eficácia do alimento é obtida à noite, enquanto dormimos. É nessa hora que a proteína é importante para ajudar o corpo em seus processos anabólicos e anticatabólicos. Outro problema é a relação entre clara e gema. A gema é a parte mais nutritiva do ovo, mas também mais calórica. Se a ideia é fazer musculação, a gema não é tão necessária, por isso, é comum comer cinco claras para cada gema consumida. Suplementação Como se pode ver, o ovo não é o grande vilão que se imaginava e podemos consumi-lo tranquilamente. Por outro lado, utilizá-lo como ferramenta para musculação é uma tarefa trabalhosa. O que tantas pessoas estão buscando são os benefícios da albumina. É preciso muita clara de ovo para suprir as quantidades dessa substância no regime de quem está fazendo musculação. Por isso, é muito mais fácil e prático optar por suplementos que...

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8 passos para se tornar expert em vinhos
fev03

8 passos para se tornar expert em vinhos

 8 passos para se tornar expert em vinhos O que pode ser melhor do que curtir aquele momento entre amigos com queijos e algumas taças de vinho? É por instantes assim que o vinho não é visto apenas como uma bebida, mas também como uma experiência. Mas diante de uma prateleira com inúmeras opções de uvas, rótulos e épocas, como fazer a melhor escolha para a sua ocasião? Apesar de parecer uma tarefa complexa, é possível se tornar um expert seguindo alguns passos. Confira: Beba! Não existe outra forma, o primeiro passo para começar a entender os vinhos é experimentando. Procure vinhos de países e safras diferentes para treinar seu paladar a reconhecer sabores mais ácidos e mais adocicados. Pesquise O que não falta nas livrarias e na internet são materiais de pesquisa sobre vinhos, como livros, enciclopédias, sites e matérias. Converse com quem entende Conversar com quem já é mais familiarizado com o mundo dos vinhos é um bom passo para pegar dicas e tirar as suas dúvidas. Fale com amigos, enólogos e sommeliers. Você também pode conseguir muitas informações em alguns clubes destinados ao consumo da bebida. Saiba mais aqui. Comece pelo quintal de casa Não é preciso comprar vinhos franceses ou italianos para encontrar um bom produto. Conheça os rótulos nacionais e de países próximos, como Argentina e Chile. Branco x tinto Quando ficar na dúvida entre um ou outro, lembre-se: os brancos são mais refrescantes e ideais para épocas quentes, como a primavera e o verão. Já os tintos são ótimos para as refeições e combinam com climas mais amenos. Como começar? Experimente diversos tipos de vinho levando em conta a variação das uvas. Nas uvas brancas: Chardonnay, Sauvignon Blanc, Viognier e Moscatel. Nos tintos: Merlot, Cabernet Sauvignon, Shiraz e Malbec. Assim, você consegue sentir as diferenças entre cada uma delas e treinar seu paladar. Comece pelos novos No começo, é interessante degustar safras mais recentes – de três a cinco anos de idade – para ir se acostumando com as diferentes complexidades até se sentir seguro para avançar no tempo. Atenção à taça Fique atento à escolha da taça, que deve ser de qualidade e adequada ao tipo de vinho que você vai degustar. Grande abraço! Press Office...

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A verdade sobre o Sal Rosa do Himalaia e Sal Marinho
jan16

A verdade sobre o Sal Rosa do Himalaia e Sal Marinho

 A verdade sobre o Sal Rosa do Himalaia e Sal Marinho Sal Marinho, Sal Himalaia & Consumo Humano Conceição Trucom * Com poucas exceções, todas as culturas que conhecemos fazem uso do sal nos seus preparos culinários. O sal marinho integral nos ‘alimenta’ não apenas de sódio mas também de outros minerais, geralmente cerca de 70-80 minerais que chegam ao mar através de todos os rios que desaguam nos mares e oceanos. Mas não esqueçamos do cloro, necessário para a fabricação de ácido clorídrico (HCl), fundamental para funções digestivas que ocorrem no estômago, mas fundamental também para as funções do cérebro e do sistema nervoso como um todo, além de outros processos orgânicos. O componente cloro do sal ativa as amilases, enzimas necessárias para a digestão dos carboidratos.  Atualização: 16/01/2017 Conceição Trucom deu uma entrevista sobre o sal no programa Revista CBN, da rádio CBN, no sábado, dia 14/01. Confira a íntegra abaixo! Confira e baixe no site da CBN, aqui. Nós somos salgados por dentro: o sangue, suor, lágrimas e até nossa urina, são salgados. Informa o neurologista brasileiro dr. Alexandre Feldman Nosso corpo pede por ele, e somos geneticamente programados para desejá-lo a partir dos 9 meses de idade, quando iniciamos a engatinhar, andar, agir mais socialmente. É um elemento indispensável na percepção do gosto, mas também na percepção do mundo, de todos os solos, todos os rios, que são capilares, vasos, veias e artérias da terra. Devemos reabastecer o sal do nosso organismo, consumindo alimentos verdes, folhas, ervas, mas também frutas, sementes, vegetais e raízes. Mas nossos solos andam lixiviados, empobrecidos por inúmeras causas, desde monoculturas, mau uso do solo gerando erosões, acidificações, perda de fauna e flora microbiana (que fixam os minerais), mas também as poluições do planeta e por aí vamos… Então, não podemos contar somente com as plantas, desde sempre e cada vez mais, precisamos da reposição de minerais com o consumo do sal adequado, que além de nos mineralizar, pode auxiliar na digestão e até na normalização da função intestinal. Pesquisas iniciais apontaram para uma correlação entre ingestão de sal e hipertensão, porém estudos subsequentes indicaram que a restrição de sal pode prejudicar o organismo. Um estudo levado a cabo em 1983 e publicado em uma revista médica de alto impacto {JAMA 250(3): 356-69} mostrou que, em alguns casos, a restrição do sal provocava o aumento da pressão arterial. Um estudo da década de 1930 demonstrou que a deficiência de sal levava à diminuição e perda do paladar, fraqueza, cãibras e lassidão. Pitaco Conceição Trucom: estudos científicos revelam que a perda de paladar pode ser um sinalizador de danos neurológicos importantes para a longevidade. A necessidade...

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Aromas: conheça um pouco mais sobre vinhos
nov22

Aromas: conheça um pouco mais sobre vinhos

 Aromas: conheça um pouco mais sobre vinhos Muita gente fica impressionada com as peculiaridades das regiões vinícolas, os diferentes métodos na elaboração dos vinhos e, também, os cuidados dos profissionais que escolhem a uva ideal, tornando cada vinho especial e agradável para os mais diferentes paladares. Quem se interessa pelo mundo dos vinhos, fica fascinado com cada um desses detalhes, pois sabe que isso é muito importante para o surgimento dos mais variados sabores, cores e aromas. Como surge a diversificação no aroma? A primeira coisa que você precisa saber é que o aroma do vinho não é apenas resultado da uva que foi utilizada em sua composição. Trata-se de uma fusão de fatores, como o tempo de armazenamento, o recipiente em que foi armazenado e, também, as lembranças de quem está saboreando a bebida. O mais interessante dos vinhos é que a memória olfativa é um dos principais elementos que ajudam a associar um determinado aroma a um vinho. Assim, é possível sentir cheiros de frutas como maracujá, cereja, morango e maçã verde, por exemplo. Libere sua imaginação e utilize a memória para identificar os odores. Confira aqui os mais comuns! Vinho tinto: Carmenère, Merlot e Tempranillo possuem aroma de frutas vermelhas, enquanto o Pinot Noir contém traços de morango, frutas silvestres, cereja e ameixa. Já o Primitivo, o Malbec e o Sangiovese possuem odores intensos de ameixa e outras especiarias. Também é possível sentir aromas florais no Touriga Nacional, no Nebbiolo e no Shiraz. Vinho branco: Os vinhos feitos com a uva branca Alvarinho possuem um aroma intenso que lembra pêssego, limão, maracujá, avelã, flor de laranjeira e mel – diferente do Chenin Blanc, que tem um aroma suave de mel e avelãs. O Sémillon e o Verdejo têm um aroma que lembra a grama. Já o Moscatel tem um leve odor de uva passa, cevada, laranja e rosa. O Gewurztraminer tem um aroma floral de lichia, canela e gengibre. Por último, o Chardonnay pode apresentar um cheiro de mel, abacaxi e maçã verde. Grande abraço! Press Office...

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Aprenda um pouco sobre a arte da harmonização de cervejas
ago27

Aprenda um pouco sobre a arte da harmonização de cervejas

 Aprenda um pouco sobre a arte da harmonização de cervejas Harmonizar bebidas e pratos parece algo que só pode ser feito com opções mais requintadas e finas, como vinhos e champanhe. O que poucas pessoas sabem é que todo e qualquer tipo de bebida pode ser delicadamente combinada com alimentos, inclusive a popular cerveja. Para que você possa aproveitar ao máximo diversas combinações, além de armazenar corretamente, é importante saber identificar os ingredientes contidos na bebida. A partir desse conhecimento, é possível realizar a harmonização sem que um componente se sobreponha ao outro, mas fazendo que os sabores se complementem entre si. Características das cervejas Existem algumas características das cervejas que ajudam a encontrar pratos e petiscos que harmonizem com essa bebida. Tudo depende da maneira como ela foi fabricada, as proporções de seus ingredientes, o teor alcoólico, entre outros elementos. Conheça alguns deles: Malte: o tipo utilizado influencia na intensidade do sabor. Se ele for mais torrado, a cerveja se assemelha às da família Dark Ale; e caso seja menos torrado, será uma Amber Lager. Lúpulo: a quantidade de lúpulo também interfere no sabor, dessa vez no quão amarga ela deverá ficar. Teor alcoólico: quando ele é elevado, a dica é harmonizar com pratos mais intensos (com sabor mais aguçado e encorpado), já que é possível equilibrar o índice alcoólico com a gordura presente no prato. As que não têm um alto valor de álcool podem combinar melhor com as sobremesas, pois se assemelham mais a um vinho. Tipos de harmonização Existem três tipos de harmonização que podem ser feitas com a cerveja. Um deles é o chamado Corte: ele se caracteriza quando os elementos que compõem a cerveja, como carbonatação e amargor limpam o paladar, quebrando a gordura presente no alimento. A harmonização feita por Contraste se dá quando as diferenças entre a bebida e o prato acabam valorizando a combinação e o sabor de ambos. Por último, temos a harmonização por Semelhança, que é quando o prato e a cerveja têm elementos sensoriais parecidos, enaltecendo as qualidades dos dois. Dicas Gerais As cervejas da família Ale devem ser comparadas ao vinho tinto, enquanto as da Lager ao vinho branco. Isso acontece porque o primeiro tipo é fermentado em altas temperaturas, possuindo aromas e sabores mais complexos. Aquelas que são fermentadas em baixas temperaturas são leves e suaves. Outra dica está relacionada com a cor. Segundo especialistas, quanto mais escura a cerveja, mais escura deve ser a comida. Com isso, é possível realizar a harmonização por semelhança. Ao contrário, quanto mais picante, mais lupulada a bebida deve ser, servindo para cortar o efeito ardido e enaltecer os...

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